Seminário África: Diálogos entre Literatura, História e Artes

18/11/2010
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Seminário de Formação África: diálogos entre história, literatura e arte.

É um continente que já esteve atrelado ao nosso quando as placas tectônicas ainda não haviam produzido espaço para o oceano entre África e América. Voltou, humanamente, a estar, e está para sempre, é aqui também, assim como o Haiti.

Vale saber mais, e descobrir que as generalizações que ouvimos sempre, como se houvesse um só negro, uma só África, dão conta apenas de criar um estereótipo (diz o José Ângelo Gaiarsa que estereótipo equivale a hábito perceptivo). Talvez participar do seminário sirva para mudar a percepção, perceber a diversidade e abrir algum horizonte em que negro seja nome para etnias várias, multiculturais.

A propósito, vale ouvir Danç-Êh-Sá, antepenúltimo disco do Tom Zé, em que 80% dos ritmos e instrumentos são de origem africana, e cada faixa faz referência a uma revolta de nação africana. O nome do álbum é contração de Dança dos Herdeiros do Sacrifício.

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Para ver a programação, visite o site MuralÁfrica
Para inscrever-se, preencha o formulário acessível neste link.
Para saber o local em que acontecerá, clique aqui e veja mapa.

Estão abertas as inscrições para o Seminário África: diálogos entre Literatura, História e Artes. O evento ocorrerá no dia 19 de Novembro de 2010, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, e as inscrições podem ser realizadas, gratuitamente, através do site:

http://www.muralafrica.ufsc.br/

As atividades acadêmicas e artísticas previstas na programação tratam das representações e influências das culturas africanas no Brasil. Além de temas relativos às culturas da diáspora negra e ao diálogo intercultural entre Brasil e África, o evento é uma oportunidade para um balanço crítico da situação atual desse diálogo. Para tanto, o evento contará com a participação de vários especialistas, dentre professores e pesquisadores da área, a fim de que se realize o debate sobre a literatura e história africana e afro-brasileira.

Mais informações sobre a programação e os certificados no site: http://www.muralafrica.ufsc.br/

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O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea – 18 e 19 de novembro na UFSC

17/11/2010

 

A divulgação me chegou por meio da Clelia Mello. Reproduzo aqui.

 

 

 

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea  >>>  dias 18 e 19 de novembro

Haverá oficinas, performances e mesas redondas.

 

o evento é aberto à comunidade

 

 

O Seminário foi organizado com a finalidade de levar adiante a discussão sobre as relações intempestivas geradas na fricção entre arte contemporânea e sociedade. Essa proposição é o resultado consequente dos recentes eventos envolvendo o aluno Betinho.

 

Aproveitando a institucionalidade das nossas funções profissionais, queremos pautar uma discussão que até então vem sendo atravessada por conservadorismos, preconceitos, discriminações etc…

 

Para a realização das mesas redondas, optamos pelo espaço da antiga Cantina do CCE (consideramos o espaço mais simbolicamente politizado do Centro e vamos ocupá-lo).

 

Entre os convidados externos à UFSC que participarão das mesas estão: Yiftah Peled, Roberto Freitas, Massimo Canevacci (professor convidado da UFSC), Prudente Mello (que também dará uma oficina), Alejandro Ahmed e Pedro Bennaton.

 

Inscrições na hora para aqueles que desejarem o certificado das atividades complementares

 

Info: (48) 3721- 9704  http://arteselibras.paginas.ufsc.br

A programação:

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea

Dia 18/11:

09h-12h: Oficina de Arte Contemporânea para os seguranças da UFSC – prof. Aglair Bernardo

local: sala 402 CFM

 

12h: Performance Na Brasa de Pindorama – Betinho Chaves

local: RU

(advertimos que a performance contém cena de nudez)

 

14h-15h30: Mesa Redonda 1: Ousadia e Arte: Entre Tapas e Beijos

componentes: Maria de Lourdes Borges, Alckmar Luiz dos Santos e Yiftah Peled. mediação: Fabio Salvatti

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-17h30: Mesa Redonda 2: Um Corpo Obsceno e Mal Comportado

componentes: Clélia Mello, Roberto Freitas e Massimo Canevacci. mediação: Janaina Martins

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-18h: Performance As faces de Ofélia – Gabriela Fregoneis

local: sala 402 CFM

 

Dia 19/11:

09h-12h: Oficina Arte e cadeia: o que fazer em caso de detenção? – Prudente Mello

local: sala 402 CFM

 

14-15h30: Mesa Redonda 3: Arte e crime: zonas de tensão

componentes: Prudente Mello, Pedro Bennaton, Alejandro Ahmed, Aglair Bernardo. mediação Rodrigo Garcez

local: Antiga Cantina do CCE

 

16-18h: Bate papo sobre o processo criativo da Performance 5760 – Thaís Penteado e Ilze Körting

local: sala 402 CFM

 

realização:

PACT – Grupo de Estudos de Performance, Artes Cênicas e Tecnologia

LIAA – Laboratório de Interface entre Arte e Ativismo

TRËMA – Artes e Mestiçagens Poéticas

apoio:

DALi – SeCArte

 

 


Tom Zé, finalmente de novo, na Ilha! – a céu aberto e grátis!

06/11/2010

No dia 13 de novembro, às 21h30, a céu aberto, na Praça da Cidadania da UFSC, dentro do FITO (Festival Internacional de Teatro de Objetos, cuja programação completa pode ser vista aqui), Tom Zé [que, acabo de descobrir, está com site renovadíssimo] apresenta o show Música/Contramúsica. A entrada é gratuita. A concorrência, provavelmente, será grande. Para garantir um ângulo bom, convém chegar com alguma antecedência e ambientar-se com calma.

Por coincidência, há uns dois meses peguei emprestado na Bilica (Biblioteca Livre do Campeche) o livro Tropicalista Lenta Luta, em cuja noite de autógrafos estive presente aqui em Floripa, alguns vários anos atrás [e sugeri à Neusa, mulher e produtora, que fizessem em algum momento um show ao ar livre na UFSC, coisa que acontece agora e para a qual não fiz nenhum movimento prático… a vida é sonho]

A leitura [de Tropicalista Lenta Luta] é muito recomendável a qualquer um que faça ou goste de música. Ali o Tom Zé narra, entre várias outras coisas, como se deu o surgimento da Escola de Música da Bahia, na UFBA, genialmente conduzida por Koellreutter, propiciada pela viagem quixotesca de um reitor, nas palavras do Tom Zé, luciferino.

Ainda não li nada sobre esse espetáculo novo, chamado Música/Contramúsica. Sei que o último disco dele é O Pirulito da Ciência, precedido de Estudando a Bossa e, antes, Danç-êh-Sá. Aliás, a menos que se esteja 24h antenado no que acontece, é bem provável que se perca alguma das novas criações desse artista tão prolífico quanto pouco ouvido, ainda. É claro que existe muita gente que aprecia e venera o som dele, mas, convenhamos, mesmo depois do documentário Fabricando Tom Zé, não chegou a ser conhecido e tocado nas rádios como outros artistas contemporâneos.

A quem já viu, sei que não é necessário propagandear nada. A quem nunca viu Tom Zé ao vivo, digo: abrace um lugar do qual dê pra sentir a potência criativa e performática do baiano cosmopolita!



Cineclube Rogério Sganzerla – programação gratuita (de abril até junho)

19/04/2010

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Trino se apresenta hoje na Semana Ousada

22/09/2009
para ampliar, clique na imagem

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Abaixo, informações (extraídas do site da Semana Ousada) sobre a programação do dia no Teatro da UFSC (o que fica ao lado da igrejinha), que inclui também o espetáculo O Som do Vazio, com o Duo A Corda Em Si e artistas colaborativos, além de uma cantora chamada Tereza Virgínia, que ainda não conheço.

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Fotografias do espetáculo O Som do Vazio – Duo A Corda em Si + artistas colaborativos

20/09/2009

Duo A Corda em Si - espetáculo O Som do Vazio (foto: Felipe Obrer)

A apresentação aconteceu no dia 19 de setembro de 2009, às 18h30, na UDESC, como parte da Semana Ousada de Artes UFSC & UDESC.

Florianópolis, SC, Brasil.

Para saber mais sobre A Corda em Si: www.myspace.com/acordaemsi

No Flickr, veja apresentação com 61 fotografias.

É bom lembrar que todas as imagens estão publicadas sob licença flexível Creative Commons, e podem portanto ser baixadas, copiadas, reproduzidas, abduzidas, recriadas e republicadas por quem quer que seja, sendo exigido apenas citar a autoria original, compartilhar pela mesma licença e não fazer uso comercial das imagens.

Abaixo, algumas como amostra:

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IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos) realiza exibição de El bonaerense

19/09/2009

El Bonaerense (Divulgação - Todos os direitos reservados)

O QUÊ: Exibição do filme argentino “El Bonaerense” (2002 – 99m)

QUANDO: segunda-feira, dia 21/09, às 18h30min

ONDE: Auditório do CSE (Centro Sócio-Econômico) da UFSC

QUANTO: Grátis. Entrada franca.

CONTATO: iela@iela.ufsc.br

O Circuito de Cinema Latino-Americano e Caribenho (CIRCULA) Alí Primera, do IELA, apresenta especialmente na próxima segunda-feira, dia 21/09, às 18h30min, no Auditório do CSE/UFSC, mais um filme que discute a temática latino-americana. Faz parte da discussão sobre a conjuntura da Argentina.

“UM FILME COMPLEXO E INQUIETANTE.”
-Jamie Russell, BBC

“PERVERSO, MORDAZ E COMOVENTE.”
-John Anderson, NEWSDAY

Sinopse:

Zapa é um serralheiro numa pacata cidade, perdida algures na Argentina rural. O trabalho é pouco, e as horas parecem passar lentamente. Quando Polaco, o seu patrão, o envia num trabalho “especial”, ele não tem outra escolha senão obedecer. No dia seguinte, Zapa é preso por ser cúmplice no assalto de uma farmácia local. Ismael, o seu tio, é um polícia reformado que consegue libertá-lo sob fiança e encaminha-o para Buenos Aires. Aí, Zapa arranja uma vaga na academia da polícia, na qual se forma passados meses de treino intenso. Agora, ele é um bonaerense – membro da força de polícia mais brutal e corrupta da Argentina. E é quando tudo parecia correr bem, que Zapa vê a sua vida transformar-se numa história mais estranha do que a própria ficção…

REALIZADOR
Pablo Trapero

INTÉRPRETES
Jorge Román, Mimí Ardú, Darío Levy, Víctor Hugo Carrizo, Hugo Anganuzzi, Graciana Chironi, Luis Viscat, Roberto Posse, Aníbal Barengo, Lucas Olivera, Gastón Polo, Jorge Luis Giménez.

Leia resenha (em espanhol).


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