O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea – 18 e 19 de novembro na UFSC

17/11/2010

 

A divulgação me chegou por meio da Clelia Mello. Reproduzo aqui.

 

 

 

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea  >>>  dias 18 e 19 de novembro

Haverá oficinas, performances e mesas redondas.

 

o evento é aberto à comunidade

 

 

O Seminário foi organizado com a finalidade de levar adiante a discussão sobre as relações intempestivas geradas na fricção entre arte contemporânea e sociedade. Essa proposição é o resultado consequente dos recentes eventos envolvendo o aluno Betinho.

 

Aproveitando a institucionalidade das nossas funções profissionais, queremos pautar uma discussão que até então vem sendo atravessada por conservadorismos, preconceitos, discriminações etc…

 

Para a realização das mesas redondas, optamos pelo espaço da antiga Cantina do CCE (consideramos o espaço mais simbolicamente politizado do Centro e vamos ocupá-lo).

 

Entre os convidados externos à UFSC que participarão das mesas estão: Yiftah Peled, Roberto Freitas, Massimo Canevacci (professor convidado da UFSC), Prudente Mello (que também dará uma oficina), Alejandro Ahmed e Pedro Bennaton.

 

Inscrições na hora para aqueles que desejarem o certificado das atividades complementares

 

Info: (48) 3721- 9704  http://arteselibras.paginas.ufsc.br

A programação:

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea

Dia 18/11:

09h-12h: Oficina de Arte Contemporânea para os seguranças da UFSC – prof. Aglair Bernardo

local: sala 402 CFM

 

12h: Performance Na Brasa de Pindorama – Betinho Chaves

local: RU

(advertimos que a performance contém cena de nudez)

 

14h-15h30: Mesa Redonda 1: Ousadia e Arte: Entre Tapas e Beijos

componentes: Maria de Lourdes Borges, Alckmar Luiz dos Santos e Yiftah Peled. mediação: Fabio Salvatti

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-17h30: Mesa Redonda 2: Um Corpo Obsceno e Mal Comportado

componentes: Clélia Mello, Roberto Freitas e Massimo Canevacci. mediação: Janaina Martins

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-18h: Performance As faces de Ofélia – Gabriela Fregoneis

local: sala 402 CFM

 

Dia 19/11:

09h-12h: Oficina Arte e cadeia: o que fazer em caso de detenção? – Prudente Mello

local: sala 402 CFM

 

14-15h30: Mesa Redonda 3: Arte e crime: zonas de tensão

componentes: Prudente Mello, Pedro Bennaton, Alejandro Ahmed, Aglair Bernardo. mediação Rodrigo Garcez

local: Antiga Cantina do CCE

 

16-18h: Bate papo sobre o processo criativo da Performance 5760 – Thaís Penteado e Ilze Körting

local: sala 402 CFM

 

realização:

PACT – Grupo de Estudos de Performance, Artes Cênicas e Tecnologia

LIAA – Laboratório de Interface entre Arte e Ativismo

TRËMA – Artes e Mestiçagens Poéticas

apoio:

DALi – SeCArte

 

 

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Percussionista francês Cyril Hernandez toca hoje no teatro do SESC (show franco com entrada franca)

04/12/2009

Percussionista e compositor, o francês Cyril Hernandez combina recursos multimídia e teatrais com influências da música contemporânea até a música pop. Seus projetos artísticos trazem sempre um
questionamento do espaço e do corpo. Desde 2006, vem se dedicando à pesquisa de performances e instalações sonoras em espaços públicos.

Entre 2007 e 2008, passou 6 meses no Brasil, onde apresentou o espetáculo e as instalações sonoras “Passarelas de ImaginaSom”, com participações dos percussionistas Marco Suzano e Siri. Site oficial: www.latruc.org

Fonte: E-mail informativo do Teatro do SESC Prainha.

O QUÊ: Espetáculo musical com o percussionista francês Cyril Hernandez.

QUANDO: Hoje, sexta-feira 4 de dezembro de 2009, às 21h.

ONDE: No Teatro do SESC Prainha. Travessa Syriaco Atherino, 100 – Centro – Florianópolis.

QUANTO: Grátis. Entrada franca.

CONTATO: Setor de Cultura – SESC Florianópolis – (48) 3229-2208 / 3229-2209

Veja vídeo:

ImaginaSon Rio 2008
by notschka

Exposição coletiva NOVa põe na roda produções em vídeo, fotografia e texto

06/10/2009

Imagem enviada por Tiaraju Verdi:

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Texto enviado por Letícia Weiduschadt:

NOVa é uma exposição que apresenta reconstruções de performances orientadas para fotografia e vídeo. Exercícios como esses tem sido uma das formas que elegemos para pesquisar o acervo de performances nas artes visuais dos anos 1960 até o presente, constituído grande parte por documentos, como fotografias, filmes, vídeos, depoimentos escritos e descrições. É importante ressaltar que, frequentemente, o acesso que temos a este tema é através desses documentos. Como artistas, estudantes, historiadores ou teóricos da arte, nosso repertório tem sido construído a partir dessa série de
registros.

Reconstruir performances implica, evidentemente, numa série de acomodações: a primeira delas, conforme a escolha do trabalho, o que temos como acesso são apenas traços da ação, compostos basicamente por descrições ou imagens coletadas em livros e catálogos. A segunda, e sem dúvida de maior importância, é que o trabalho escolhido será refeito por um outro performer. Ou seja, há um outro modo de expressão e interpretação aí contidos. Nesse sentido, as reconstruções ou re-interpretações, aqui presentes, mostram uma lógica de pensar a performance nas artes visuais como uma partitura musical.

Participam dessa exposição: Ana Clara Jolly, Carolina Rögelin, Fernando Weber, Genoína Battistini, João Rosa, Karina Segantini, Letícia Weiduschadt, Maíra Dietrich, Marina Borck, Priscilla Menezes, Rosana Rocha, Tiaraju Verdi e Vinicius Nepomuceno com produções em vídeo, fotografia e textos, desenvolvidos em 2008 e 2009, na oficina de estudos de performance ministrada no CEART/UDESC por Regina Melim.

Nosso objetivo em mostrar essas re-construções, somado ao fato de ser a via que elegemos para o estudo e a pesquisa da história da performance nas artes visuais, é que esses exercícios possam se configurar como um modo de representação e preservação de uma forma de arte efêmera por natureza.

Outubro de 2009.

O quê: Exposição NOVa
Quando: Abertura dia 7 de outubro às 19h. Conversa com artistas e curadoria dia 15 de outubro às 18h.
Onde: Memorial Meyer Filho. Praça XV de Novembro, 180 – Centro, Florianópolis (Esquina com a Rua Tiradentes).

Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda à sexta.


Ato performático: Popol Vuh

15/09/2009
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Estréia: 19 de setembro de 2009, 20h.

Datas e horários das apresentações: 19 e 20 de setembro – 20h; 25 e 26 de setembro – 21h30 (na II Semana Ousada de Artes); 3 e 4 de outubro – 21h30.

Local: Espaço Alternativo no Teatro da UFSC.

GRATUITO (retirar ingressos com antecedência no DAC da UFSC – Fone/Fax (48) 3721-9348 / 3721-9447 / 3721-9645).

Faixa etária: acima de 12 anos.

** Em caso de chuva, a peça será cancelada.

Recebi do Vinícius Renzulli um texto que descreve a peça, transcrevo abaixo:

Ato Performático: Popol Vuh

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Território Improvável – exposição coletiva aberta

27/08/2009
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O QUÊ: Exposição coletiva TERRITÓRIO IMPROVÁVEL

QUANDO: de 27 de agosto a 11 de setembro, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h.

QUANTO: Entrada franca, grátis.

ONDE: No Memorial Meyer Filho, no Centro de Florianópolis. Praça XV, esquina com a Rua Tiradentes.

CONTATO: nuneskll@gmail.com

Recebi da curadora, Kamilla Nunes. Transcrevo abaixo:

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Como risco em papel – dança contemporânea solo com Marcela Reichelt, no TAC hoje

27/08/2009

Como risco em papel, Marcela Reichelt (Divulgação)

Apresentação no Teatro Álvaro de Carvalho – TAC, Florianópolis.
Data: 27 de Agosto de 2009
Horário: 21h
Preços: R$20,00 (meia para estudantes e alunos da Cultura Inglesa).
Classificação etária: 16 anos
Duração: 50′

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Erika Rosendo – dança contemporânea com o espetáculo CIRCULAÇÃO AUTO-RETRATO

22/08/2009

Erika Rosendo (foto de Cristiano Prim - Todos os direitos reservados)

Ela vem de longe, de Natal, no Rio Grande do Norte. Integra a Taipas Cia. de Dança. Em 2008, foi vencedora na categoria solo contemporâneo do Festival de Dança de Joinville.

O QUÊ: Performance de dança contemporânea CIRCULAÇÃO AUTO-RETRATO, com Erika Rosendo.

QUANDO: 25 de agosto, terça-feira, às 20h.

ONDE: No TAC (Teatro Álvaro de Carvalho). Rua Marechal Guilherme, 160.

QUANTO: R$ 5,00 inteira / R$ 2,50 meia

Segundo o site do Festival de Dança de Joinville: O solo de Erika Rosendo, Autorretrato, é visto como um espelho da artista (…) a jovem desenhará, por meio de uma dança singular, um pouco de si mesma. Consagrada com o Prêmio de Melhor Bailarina no 26º Festival de Dança de Joinville, em 2008, e 1º lugar na categoria Dança Contemporânea solo feminino avançado, Erika utiliza um registro corporal próprio para produzir seu “autorretrato”. A proposta do corpo autorretratado é a de atuar com uma imagem não-pronta, em constante transformação. De trafegar por vários nichos de significado.

Abaixo, vídeo com performance da artista:

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