Em dezembro, clássicos catarinenses no Cineclube Ieda Beck

27/11/2010

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Recebi a divulgação do Alan Langdon, que é responsável pelas projeções que acontecem às 4as feiras no Instituto Arco Íris.

 

Cineclube Ieda Beck

Sessões dias 01 e 15/12 – QUARTA FEIRA 20h (novo horário)

Instituto Arco-Íris, Travessa Ratclif nº 56 – Centro, Florianópolis, SC

ENTRADA FRANCA

 

Clássicos Catarinenses

Chegando ao final de mais um ano, nada mais apropriado que voltar às origens: no Cineclube Ieda Beck, dezembro será voltado para o clássico. Os clássicos que construíram o dito cinema catarina, criando as bases para as novas gerações. Este mês vamos fazer duas sessões recapitulando os primórdios da sétima arte catarinense, então venha conhecer nosso passado, nossas origens numa outra época, uma outra Florianópolis.

 

Parte I – QUARTA, 1 de Dezembro 2010, 20h

 

” O Preço da Ilusão”, direção de Nilton Nascimento

(Ficção/ 7’/35mm)

Sinopse: Maria da Graça, funcionária pública entediada com o ofício, despreza a opinião de sua mãe, desiste do noivado com o namorado Paulo e aceita o convite de Souza, organizador do concurso “Rainha do verão”, para se candidatar. Ela sonha com o sucesso.Patrocinada pelo inescrupuloso Dr. Castro, vence o concurso e é por este seduzida. Maria resolve deixar a cidade, mas o Dr. Castro tenta impedi-la.

Observação: serão exibidos apenas os 07 minutos finais do longa-metragem

” A Via Crucis”, direção GUCA: Grupo Universitário de Cinema Amador

“Novelo”, dir. de Pedro P. Souza e Gilberto Gerlach / GUCA: Grupo Universitário de Cinema Amador

(1968/ Ficção/16’/16mm)

Sinopse: Os dezesseis minutos do filme tratam de um jovem que se complica nas suas relações com a cultura e a civilização e vive uma profunda crise existencial.

 

“Desterro”, direção de Eduardo Paredes

(1992/Ficção/18’/35mm)

Sinopse: Brasil 1894.Sufocada a revolução federalista no sul do pais, o presidente Floriano Peixoto desencadeia violenta repressão contra os vencidos. Na antiga Desterro, capital do estado, a  população vive aterrorizada ante os fuzilamentos sumários na fortaleza de Anhatomirim e a insegurança das delações. Com Gracindo Junior, Luiz melo, Luciana Makowiecky e Waldir Brazil

“Bruxas”, direção de Mauro Faccioni

(1987/Ficção documental/30’/ 16mm)
Sinopse: Baseado nos estudos de Franklin Cascaes sobre as atividades bruxólicas na Ilha de Santa Catarina, onde o rótulo de “bruxa”, vindo de além mar, se ajustou às benzedeiras, curandeiras visionárias em geral, ou seja, pessoas comuns que vivem até hoje ao nosso lado.

 

 

Parte II – QUARTA, 15 de Dezembro 2010, 20h

Farra do Boi”, direção de José Henrique Nunes Pires e Norberto Depizzolatti

(1991/Documentário/25’/16mm)

Sinopse: Filme composto de quatro partes: Origens, Preparativos, Tribunal e Farra, que traçam um breve histórico da manifestação cultural,um contraponto de diversas opiniões contra e a favor da brincadeira e a forma como ela ocorreu em Ganchos (SC) durante a Semana Santa de 1990.

 

“Bruxa Viva”, direção de Lena Bastos

(1998/Ficção/14’/ 35mm)

Sinopse: Uma ficção que tem como fundo a realidade da ilha de SC, contrapondo o universo e a imaginação de um Brasil rural que submerge diante do processo de urbanização.

 

“Naturezas Mortas”, direção de Penna Filho

(1995/ Documentário Ficcional/ 15’/ 35mm)

Sinopse:  A trajetória de um trabalhador do subsolo na região carbonífera de Santa Catarina. Além da degradação física, o envelhecimento precoce, o desenvolvimento da pneumoconiose, – uma doença incurável adquirida através da exposição ao pó do carvão – mostra a degradação ambiental provocada pela mineração a céu aberto.

 

“O Vôo Solitário”, direção Chico Faganello

(1991/Documentário Dramatizado/36’/16mm)

Sinopse: Documentário dramatizado dobre a vida e a obra do entomólogo e naturalista alemão Fritz Plaumann, radicado em Seara (SC) desde a década de 20 e dono de uma das mais expressivas coleções de insetos do planeta. Com Jorge Germerdoff

 

 

 

 

O QUE: sessao do Cineclube Ieda Beck “DIVERSIFICANDO A REALIDADE”

QUANDO: quarta, 15 de SETEMBRO, as 19h

ONDE: Instituto Arco-Iris. Travessa Ratclif, 56 (esquina com Joao Pinto)

QUANTO: Entrada Franca e livre

UMA REALIZAÇÃO Cinemateca Catarinense, Pref. Municipal de Florianópolis, Funcine, Travessa Cultural, Fundação Franklin Cascaes.

CONTATOS Cinemateca Catarinense (48) 3224.7239   Sofia Mafalda (48) 9125.5306   Alan Langdon (48) 9941.2714   cineiedabeck@gmail.com

 

Para quem não sabe onde fica o Instituto Arco Íris, o mapa pode ser útil:

 

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Três alternativas culturais de quinta (feira) na Ilha

17/11/2010

Como é praxe, o Obrér Cultural se dedica a dirimir a sensação difusa de que nada acontece em Floripa.

Quem ainda não tiver programa para quinta-feira 18 de novembro, pode se alegrar desde já. Pesquisando, é possível encontrar outras opções. Tudo grátis ou bem barato. É só sair de casa e caminhar por aí.

1: O Som do Vazio – Duo A Corda em Si – Mateus Costa e Fernanda Rosa (contrabaixo acústico e voz)

às 12h30, no Projeto 12:30 acústico, no Teatro da UFSC (ao lado da igrejinha)

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2: Ensaio aberto do grupo Cravo-da-Terra – música autoral brasileira – Ive Luna, Tales Custódio, Pedro Cury, Mateus Costa e Rodrigo Paiva (voz, flauta, violino, violão de 7 cordas, contrabaixo acústico, percussão)

às 19h30, na Fundação Cultural Badesc, no Centro

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3: Exibição, no Cineclube Rogério Sganzerla, do filme Phenomena, de 1985, dirigido por Dario Argento.

às 18h30, no auditório Henrique Fontes, no bloco B do CCE da UFSC, com debate após a exibição

clique sobre a imagem para acessar o site do cineclube

Abaixo, leia mais informações sobre os eventos culturais.

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Cineclube Rogério Sganzerla – programação gratuita (de abril até junho)

19/04/2010

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Sem palavras, documentário de Kátia Klock, tem exibição gratuita hoje no Cineclube Ieda Beck

08/12/2009

*Texto de Fifo Lima

SEM PALAVRAS no Cineclube Ieda Beck

Exibido em várias cidades do Estado e do país, e também em Cabo Verde e nos Estados Unidos, o documentário Sem Palavras, de Kátia Klock, suscita debates acalorados sobre sentimentos de intolerância, preconceito e perseguição que são intensificados durante as guerras. Em Florianópolis, o filme tem uma sessão programada para quarta-feira 9, às 19h30 no Cineclube Ieda Beck, da Cinemateca Catarinense ABD-SC, com a presença dos realizadores para uma conversa após a sessão.
Em 29 de outubro, Sem Palavras foi assistido por uma plateia multicultural na Biblioteca Brasileira de Nova York, do Centro Cultural Brasil. O crítico de cinema Micki Mihich, mediador do debate que contou com a presença de Kátia e do produtor Mauricio Venturi, escreveu na revista Dynamite: “O resultado [do documentário] é um relato revelador no sentido histórico e emocionante no sentido humano. O que poderia facilmente ter ido para o caminho acadêmico é um filme fascinante que só peca por ser tão curto: tem apenas uma hora de duração”. (http://dynamite.terra.com.br/blog/coisassoltasemny/post.cfm/o-anti-cristo-dinamarques-a-empregada-chilena-e-blumenau-sem-palavras)
Segundo os realizadores, a exibição em Nova York teve uma discussão entusiasmada, com espectadores interessados no tema. Realizado pela Contraponto, Sem Palavras aborda os efeitos provocados pela Campanha de Nacionalização de Getúlio Vargas (1937-1945). Na época, quando o Brasil entrou na Segunda Guerra contra os países do Eixo, a proibição dos idiomas alemão, italiano e japonês foi intensificada no país e houve perseguição e tortura a estes estrangeiros e seus descendentes.
A maioria dos entrevistados de Sem Palavras era criança durante a Segunda Guerra e todos são descendentes de alemães. Com uma pesquisa criteriosa do período histórico, o documentário agrega fotografias e arquivos sonoros, e reconstitui o ambiente dramático de época. As encenações foram realizadas com não-atores descendentes de famílias alemãs de Blumenau (SC). As composições da trilha sonora são do maestro Edino Krieger, que cedeu algumas obras para o filme.
Lançado em maio deste ano e exibido em 20 espaços diferenciados – salas de cinema e de aula, espaços culturais, bibliotecas e emissoras de TV -, Sem Palavras foi realizado com os recursos do Prêmio Cinemateca Catarinense/FCC 2007 e pretende provocar reflexões sobre os prejuízos causados por toda guerra e ditadura, quando a liberdade é o primeiro direito a ser suprimido. A partir de fevereiro de 2010, o documentário integrará a mostra itinerante Diálogos em Cena, com filmes, oficinas e debates. Apoiado pelo Funcultural, da Secretaria Estadual de Cultura, Turismo e Esporte, este projeto vai promover também a distribuição gratuita de 1000 DVDs do filme com legendas em inglês, alemão e espanhol para escolas, bibliotecas e associações culturais do Brasil e do exterior.
Os interessados que desejarem adquirir o DVD do Sem Palavras para acervo pessoal podem entrar em contato com producao@contraponto.tv ou (48) 3334 9805 ou 9989 4202. O custo é de R$ 15 mais taxa de postagem.
O QUÊ: Exibição do documentário Sem Palavras, de Kátia Klock. 
QUANDO: Quarta-feira, dia 9 de dezembro, às 19h30.  
ONDE: Cineclube Ieda Beck da Cinemateca Catarinense. Rua XV de Novembro, 344, Centro, Florianópolis. 
QUANTO: Entrada franca.
CONTATO:
Kátia Klock – (48) 3334 9805 / 9989 4202
Mauricio Venturi  – (48) 3334 9805 / 8411 6229
FIFO LIMA press
(48) 4141 2116, 9146 0251

Cineclube Rogério Sganzerla exibe documentário mineiro NOS OLHOS DE MARIQUINHA

01/09/2009

Cineclube Rogério Sganzerla (Divulgação)

Nos olhos de Mariquinha (Divulgação)

O QUÊ: Exibição do documentário Nos olhos de Mariquinha. Logo depois da exibição, debate com as realizadoras Claudia Mesquita e Júnia Torres

QUANDO: Nesta quinta-feira, 3 de agosto de 2009, às 18h30

ONDE: No auditório do prédio B do CCE da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

QUANTO: Grátis. Entrada franca.

CONTATO: www.cineclube.ufsc.br

Cineclube Rogério Sganzerla apresenta:

Nos olhos de Mariquinha

Com Maria Ribeiro dos Reis
Direção: Claudia Mesquita e Júnia Torres
Fotografia: Anna Karina Bartolomeu
Som direto: Pedro Aspahan
Montagem: Claudia Mesquita, Pedro Aspahan e Júnia Torres
80 minutos

Tendo como fio da narrativa e personagem central Dona Mariquinha, antiga moradora da Vila Nossa Senhora de Fátima (uma das comunidades que compõem a Favela da Serra, em Belo Horizonte), o documentário traça um perfil desta senhora que traz consigo a história deste espaço, desde os primeiros anos de sua ocupação. Personagem emblemática de transformações urbanas ocorridas durante o último meio século na capital, Dona Mariquinha, tendo escolhido a realidade muitas vezes dura da cidade à exploração do trabalho no campo, criou neste lugar sua família e aí experimentou outros papéis, atuando ativamente nos movimentos de moradia, sendo locutora de um programa de rádio, vivendo, enfim, a transformação do lugar e da cidade.


Cineclube BRDE exibe O Baile, filme de Ettore Scola

08/08/2009
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O QUÊ:

Filme O Baile

Musical / Argélia-França-Itália / 1983 / 110 min. / Colorido

Direção: Ettore Scola

Elenco: Étienne Guichard, Régis Bouquet, Francesco De Rosa, Christophe Allwright, Aziz Arbia, Marc Berman, Chantal Capron, Martine Chauvin, Liliane Delval, Rossana Di Lorenzo, Arnault LeCarpentier.

ONDE:

Cineclube BRDE (consulte mapa)
Av. Hercílio Luz, 617, Centro – Florianópolis

QUANDO: 11 de agosto, terça-feira, às 19 horas

QUANTO: Entrada gratuita

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Cineclube Rogério Sganzerla exibe “O Estado das Coisas”, de Wim Wenders

02/06/2009

Cineclube Rogério Sganzerla (divulgação - todos os direitos reservados)

O Cineclube Rogério Sganzerla é um projeto de extensão do curso de cinema da UFSC. Sua proposta é oferecer exibições de filmes com objetivo de formar público e difundir os estudos cinematográficos em Florianópolis.

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