Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 27 de novembro, domingo

28/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 141 imagens em alta do segundo dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do duo de acordeonistas Bebê Kramer e Toninho Ferragutti, com participação de Guinha Ramires. Em seguida, a Banda da Lapa do Ribeirão da Ilha.

Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

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Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 26 de novembro, sábado

27/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 136 imagens em alta do primeiro dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do gaitista Gabriel Grossi e banda e do trio formado por Arismar, Toninho Horta e Robertinho Silva. Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

 

 

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Cultura em Floripa: grupo é meio de divulgação e proposição de atividades culturais e artísticas na cidade

31/08/2011

 

Floripa não é só praia

 

Está em atividade o grupo Cultura em Floripa, no Facebook, há alguns meses. Suscitou muitas adesões e conta, neste momento, com mais de 700 membros. A participação é aberta.

Lá têm acontecido interações proveitosas entre as pessoas que produzem, divulgam e apreciam a fruição cultural na cidade.

Diz a descrição:

“A finalidade do grupo é servir como meio de divulgação e proposição de atividades culturais na Ervilha da Magia (e nos 3% continentais da cidade também). Vale sempre lembrar que, em Florianópolis, costumamos reclamar muito, mas as coisas acontecem. O que falta é que as pessoas fiquem sabendo e frequentem.

Por favor, um pedido aos membros: ao publicar no mural do grupo, pensar sempre se a postagem cabe no foco que temos por aqui e é, como dito acima, propor e divulgar atividades artísticas e culturais na cidade. Caso o tema seja outro, existem muitos outros lugares adequados. Por aqui, seria interessante mantermos a relevância temática.

A fotografia (por Felipe Obrer) usada na página do grupo é ilustrativa: um bate-estacas que ultrapassa em altura a torre da catedral. Não somos santos, mas vamos fazer mais barulho do que a construção (ci)vil.

É bom ter clareza, também, de que esta rede social é apenas uma parte da internet, e que a internet é apenas uma parte, feita de bits, não átomos, da vida. Convém passar adiante as notícias pessoalmente, sempre! O que nos faz humanos é a presença real.”

Usa Facebook? Quer saber o que está acontecendo na cidade, para além das críticas e do pessimismo ressentido? Quer fazer parte de uma rede que articula ações e fomenta as coisas bacanas que acontecem, desfazendo o mito de que a Ilha de Santa Catarina tem que viver só do turismo de praia? Podemos fazer da cultura, na cidade, um belo atrativo também.

 

Para quem acha que só internet não basta, está em articulação um encontro presencial para breve.


Cartografias Afetivas: Criação artística colaborativa proposta por Juliana Crispe

27/11/2010

Recebi da Juliana Crispe, tomo a liberdade de divulgar porque acredito que é desse tipo de iniciativa que Floripa precisa. Atenção artistas, embora dissesse o Paulo Leminski que distraídos venceremos, participem!

A mensagem dizia:

Olá, convido você a participar do projeto Cartografias Afetivas

Este trabalho está em construção e faz parte da minha dissertação de Mestrado em Artes Visuais intitulado de: Apontamentos para Lembranças.

Cartografias Afetivas é um projeto que propõe a construção de mapas, cartografias do universo pessoal, experimentado por cada um, ou seja, cartografias de vivências, pessoas, lugares, espaços, territórios afetivos, que nos são importantes e nos afetam.

Num primeiro momento, este projeto em construção buscava mapear lugares reais e ficcionais vivenciados por mim. Comecei a traçar meus lugares afetivos e fazer ações, trabalhos visuais relacionados a estes espaços e às lembranças que estes me evocam.

A partir de questões ligadas a psicogeografia[1] proposta pela Internacional Situacionista, busco ampliar essas cartografias, dando possibilidade para que outras pessoas possam construir suas cartografias, seus mapas, construindo assim um arquivo em constante construção, na medida em que novos espaços meus e de outras pessoas serão cartografados.

Para que possa haver as trocas foi criado um blog, ainda em desenvolvimento, para postar além de minhas cartografias afetivas, as cartografias de quem quiser participar do projeto.

Há em anexo um cartaz do projeto. A linguagem para construção é livre.

A proposta final buscará a construção de uma exposição coletiva com as Cartografias Afetivas dos convidados.

Enviar suas Cartografias Afetivas para este e-mail: ju_ceart@yahoo.com.br e para cartografiasafetivas@gmail.com

Em caso de dúvida escrever para ju_ceart@yahoo.com.br.

Atenciosamente

Juliana Crispe

[1] A palavra ‘psicogeografia’ esteve muito em voga nos anos 1990 em Londres. Foi originada nos anos cinqüenta com o grupo francês, primeiramente chamado Letristas, e depois Situacionistas. Sua primeira aparição foi na ‘Introdução a uma Crítica da Geografia Urbana’ (1955), onde dá uma definição compacta: ‘o estudo dos efeitos do ambiente geográfico, conscientemente organizado ou não, nas emoções e maneiras, comportamentos e modos de ação, procedimentos e condutas, ações e atos de indivíduos’.

A psicogeografia seria uma prática geográfica afetiva e subjetiva que se propunha a cartografar as diferentes ambiências psíquicas provocadas pelas caminhadas urbanas que eram as derivas situacionistas.

A Juliana pede, aos que aceitarem participar do projeto, confirmação por e-mail.


Oficina prática em COMUNICAÇÃO COLABORATIVA e JORNALISMO CIDADÃO

13/10/2010

Para ampliar, clique na imagem

A oficina pode ser realizada individualmente ou em grupo, a qualquer momento e em qualquer parte da cidade de Florianópolis, conforme a demanda.

Esta é uma idéia (ainda acentuada enquanto a lei ortográfica permite, até 2012) que estava na cabeça há tempo.

A realização chegou agora.

Quando se trata de comunicação na internet, há dois extremos: blogs simples criados sem muitos recursos nem identidade própria ou sites ultra-high-tech, em flash ou afins, que custam os olhos da cara e mantêm os proprietários alienados de senhas, tendo que recorrer a um webmaster que os trata quase como reféns. Com esta proposta a intenção é viabilizar um meio termo cuja prioridade seja a comunicação eficaz, baseado no conceito de autonomia plena.

As datas estão em aberto, e serão definidas conforme a demanda. Há horários disponíveis tanto durante a semana letiva (à noite, entre 20h e 21h30) ou nos finais de semana. O espaço locado para ministrar a oficina tem 7 computadores disponíveis, com acesso à internet em banda larga. Para participar, não é necessário ter nem levar laptop próprio.

Em suma: entre sem site ou com um blog comum e termine a oficina com um site pronto, com o conhecimento necessário sobre como administrá-lo.

A quem acreditar na proposta, peço ajuda na divulgação (salvem o cartaz e republiquem no meio que quiserem).


TODAS ESTAS FLORES – Exposição de Marta Martins no Meyer Filho

04/02/2010

para ampliar, clique sobre a imagem

O Instituto Meyer Filho convida para a exposição de Marta Martins: Todas essas flores.

No Memorial Meyer Filho, abertura no dia 8 de fevereiro às 18h!

Praça XV de Novembro, esquina com a Rua Tiradentes.



todas essas flores

Antes do esplendor, a garatuja. Todas essas Flores não tem a ver com quantidade nem variedade, mas com camadas de representação: ato de refazer a semelhança de uma flor com ela mesma. Carece de definir a vaidade, quieta a finitude da vida. Quem sabe, um barroco revisitado de olhos para San Juan de la Cruz? Antes incensos à deriva institucional, envoltórios de espera modelados com lenço umedecido e fios de aço, caixas seladas com cera ou chumbo. Silêncio. Agora um amontoado de pétalas escondidas por formas encrespadas. Embrenhar flores e clarear a solidão parece e ser a condição de uma artista que imensa na arte uma insuportável leveza: Pesadas e inodoras são todas essas flores.

As condições de um pássaro solitário são cinco:

Primeiro, que ele voe ao ponto mais alto;

Segundo, que não anseie por companhia,

nem de sua própria espécie;

Terceiro, que dirija seu bico para o céu;

Quarto, que não tenha uma cor definida;

Quinto, que tenha um canto muito suave.

San Juan de la Cruz (Ditos de amor e luz)

Agradeço à Kamilla Nunes, que enviou as informações por e-mail e é autora do texto.


ANDARES – Residência Artística em Exploração Urbana

04/02/2010

Agradeço ao Alan Langdon pela mensagem encaminhada.

O projeto é coordenado por Loli Menezes e Bianca Scliar.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até 15 de fevereiro.

Mais informações no site http://projetoandares.blogspot.com


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