Oficina prática em COMUNICAÇÃO COLABORATIVA e JORNALISMO CIDADÃO

13/10/2010

Para ampliar, clique na imagem

A oficina pode ser realizada individualmente ou em grupo, a qualquer momento e em qualquer parte da cidade de Florianópolis, conforme a demanda.

Esta é uma idéia (ainda acentuada enquanto a lei ortográfica permite, até 2012) que estava na cabeça há tempo.

A realização chegou agora.

Quando se trata de comunicação na internet, há dois extremos: blogs simples criados sem muitos recursos nem identidade própria ou sites ultra-high-tech, em flash ou afins, que custam os olhos da cara e mantêm os proprietários alienados de senhas, tendo que recorrer a um webmaster que os trata quase como reféns. Com esta proposta a intenção é viabilizar um meio termo cuja prioridade seja a comunicação eficaz, baseado no conceito de autonomia plena.

As datas estão em aberto, e serão definidas conforme a demanda. Há horários disponíveis tanto durante a semana letiva (à noite, entre 20h e 21h30) ou nos finais de semana. O espaço locado para ministrar a oficina tem 7 computadores disponíveis, com acesso à internet em banda larga. Para participar, não é necessário ter nem levar laptop próprio.

Em suma: entre sem site ou com um blog comum e termine a oficina com um site pronto, com o conhecimento necessário sobre como administrá-lo.

A quem acreditar na proposta, peço ajuda na divulgação (salvem o cartaz e republiquem no meio que quiserem).


ANDARES – Residência Artística em Exploração Urbana

04/02/2010

Agradeço ao Alan Langdon pela mensagem encaminhada.

O projeto é coordenado por Loli Menezes e Bianca Scliar.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até 15 de fevereiro.

Mais informações no site http://projetoandares.blogspot.com


Hoje: 3ª Noite do Múltiplo no Centro Cultural Arquipélago

18/12/2009

clique e amplie

3ª Noite do Múltiplo

Continue lendo »


Rodrigo de Haro dá palestra sobre relação entre Catarina (a Santa) e a obra de Vera Sabino

27/11/2009

Rodrigo de Haro escreveu Mistério de Santa Catarina. Vera Sabino, inspirada no livro, pintou seis imagens da santa.

As cores das pinturas motivam a palestra de Rodrigo, refazendo o ciclo, emaranhando Catarina e Vera.

O QUÊ: Palestra de Rodrigo de Haro, poeta e artista em sentido amplo, sobre a relação entre as criações de Vera Sabino e Santa Catarina.

QUANDO: A palestra acontece no dia 02 de dezembro, às 14h30.

QUANTO: As inscrições estão abertas. A contribuição é de 25 reais.

ONDE: Na Helena Fretta Galeria de Arte. Rua Presidente Coutinho, 532, Centro, Florianópolis.

CONTATO: Inscrições para a palestra podem ser feitas pelo telefone (48) 3223-0913 ou 3028-2345.

As pinturas de Vera Sabino estão expostas na galeria.

*Com informações de Fifo Lima


Exposição PLURAIS, de Paulo Pugialli, fica ao longo de um mês na Fundação Cultural Badesc

05/10/2009

Clique sobre as imagens para ampliá-las (Divulgação – Todos os direitos reservados)

O QUÊ: Exposição Plurais.

QUANDO: Abertura, dia 7, às 19 horas. Visitação de 8 de outubro a 6 de novembro, de segunda à sexta, das 8 às 18 horas.

ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846.

QUANTO: Entrada gratuita.

Abaixo, texto enviado por Fifo Lima:

Pugialli expõe na Fundação Cultural Badesc

Paulo Roberto Pugialli abre a exposição Plurais quarta-feira (7), às 19 horas, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. O artista denomina a coleção de pinturas-objeto. São imagens em absoluta desordem, da concepção visual ao suporte das telas.

A arte de Pugialli está entranhada da sua própria maneira de viver. O artista é um nômade que vai adicionando referências e estabelecendo relações com o ambiente por onde tem vivido. Ele não acumula nada em sua vivência, nem sua própria obra. Seu acervo está em um microcomputador.

No projeto da exposição para a Fundação Cultural Badesc, Pugialli exibe uma sequência no qual “a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e do local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar”, descreve o artista plástico e gravador Nelson Hohmann.

São obras que expõem o visitante a uma leitura movediça. Nas telas do artista é possível visualizar a retória da desordem. “Por mais que a sociedade, as autoridades, tentem organizar a vida, a desordem tem um poder maior e se estabelece”, diz o artista.

A pluralidade da linha e da forma das pinturas-objeto expõe confiança e cilada, e conduzem o espectador a explorar uma geometria do insconsciente. São caminhos muitas vezes estabelecidos pelas próprias dobras das telas que sugerem outras leituras das imagens.

Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz, a obra de Pugialli “está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional, ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”.

O artista estudou artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. Em 1998 recebeu o prêmio principal no 55º Salão Paranaense. Sua obra está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior.

Pugialli foi selecionado pela comissão do edital de arte da Fundação Badesc, que escolhe seis exposições por ano de projetos de todo o Brasil. Além das seis exposições selecionadas, há ainda mais um artista convidado, que em 2009 foi Walmor Corrêa.

O QUÊ: Exposição Plurais. QUANDO: Abertura, dia 7, às 19 horas. Visitação de 8 de outubro a 6 de novembro, de segunda à sexta, das 8 às 18 horas. ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846. QUANTO: Entrada gratuita.

CONTATO:

Paulo Roberto Pugialli
(48) 3224-8846

FIFO LIMA press
assessoria de imprensa
(48) 4141-2116, 9146-0251


Teleplastias, de Walmor Corrêa: resta menos de uma semana para ver a exposição

22/09/2009

Ondina - Walmor Corrêa (foto: Felipe Obrer)

O QUÊ: Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.

ONDE: Na Fundação Cultural Badesc (que fica no centro, perto do TAC, subindo a Visconde de Ouro Preto -que é a continuação da Rua dos Ilhéus).

QUANDO: Durante a semana letiva, em horário análogo ao comercial, até o dia 30 de setembro.

QUANTO: Entrada franca. Gratuito.

Saiba mais sobre o processo de montagem da exposição neste link do blog da Fundação Cultural Badesc

Visite o site oficial do artista.


Fotografias da exposição LUME, de Clara Fernandes

20/08/2009

Sombra que samba (fotografia de Felipe Obrer sobre obra de Clara Fernandes)

(140 fotografias de Felipe Obrer sob/sobre/para/das obras de Clara Fernandes expostas no Museu Cruz e Sousa, com o nome LUME)

Algumas fotografias ficaram sem foco, ou com o foco em ponto difuso.

Pra quem, como eu, anda pensando em fazer uma exposição de fotos chamada miopia e astigmatismo, está tudo bem.

Aceitei todas as imagens que saíram das obras (ou entraram nelas).

Os efeitos foram todos na hora, com exposição longa e giro da câmera. Nada de edição, nada de seleção.

Continue lendo »


Até o dia 30 de agosto ainda dá tempo de ver LUME, exposição de Clara Fernandes

17/08/2009
para ampliar, clique na imagem

para ampliar, clique na imagem

Nesta quarta-feira às 16h acontece mesa-redonda com a artista no Museu Histórico de Santa Catarina (Palácio Cruz e Sousa).

A visitação à exposição vai, como dito no título desta nota, até o dia 30 de agosto.

Entrada franca

Uma curiosidade: Clara Fernandes é autora da arte do encarte e da capa do CD Dois Mundos, lançado este ano, do Quarteto Rio Vermelho, cujo show com Alegre Corrêa acabei de divulgar há pouquinho. Dessas coincidências significativas que não dá pra deixar de notar, já que até então pensei que não conhecia o trabalho da Clara Fernandes, até que deu um clic daqueles que nem se deve tentar explicar.

Reproduzo texto de autoria da curadora, Kamilla Nunes, enviado por ela:

A artista Clara Fernandes faz instalações de grandes dimensões flutuarem através de anteparos invisíveis, infiltrados pelo espaço urbano, a fim de provocar questionamentos tanto sobre a história do local onde são inseridas, quanto sobre a relação ramificada do pensamento plástico que se replica para além do espaço e, neste caso, para aquém da literatura de Cruz e Sousa e Virgílio Várzea, no que tange seus passeios pela antiga Desterro.

Postal-753236 (fotografia de Jacó da Silva sobre obra de Clara Fernandes - Divulgação - todos os direitos reservados)

A mostra LUME inscreve-se em sofisticados idílios visuais, cujas formas imutáveis lembram redes de pesca, teias de aranha e demais emaranhados calculados e luminosos ou, refratores de luminosidade. Duas das obras expostas são penetráveis, digo, acolhem o corpo do mero espectador. A série de três manuscritos realizados em intervalos de tempo de 10 anos: 1989, 1999 e 2009, instalados como duplos de sombras, foram construídos no tear, com metal e polyester. Se Manuel de Barros inventa brinquedo com palavras e faz coisas desúteis, Clara Fernandes inventa palavras com tramas e silêncio, partituras e desejos.

Ela -Clara Fernandes- diz: O princípio deste conjunto de ações se deu pela observação de alguns espaços públicos e ambientes naturais e seus amplos interespaços vazios que envolvem pessoas e as idéias que nelas fazem circular. Pensei então em construir anteparos de grandes dimensões que fizessem os pontos de ligação entre os diversos momentos da circulação e funcionassem como um “filtro das idéias” que movimentam o espaço.

Continue lendo »


Mostra IMPREMEDITAÇÕES no Memorial Meyer Filho e na Galeria Pedro Paulo Vecchietti de 16 de junho a 30 de julho

13/06/2009
Divulgação (clique na imagem para ampliar)

Divulgação (clique na imagem para ampliar)

As curadoras convidam, através do Instituto Meyer Filho, para a Mostra Impremeditações que será realizada no espaço expositivo do Memorial Meyer Filho e da Galeria Pedro Paulo Vecchietti às 20h, dia 16 de junho.

Meyer Filho . Augusto Benetti . Erro Grupo . Giorgio Filomeno . Julia Amaral . Luana Raiter/Erro . Roberto Freitas

Impremeditações resulta da pesquisa no acervo de Meyer Filho (1919-1991) e da interlocução e reverberação da obra do modernista com a produção contemporânea de artistas de Florianópolis.

O que há em comum entre Meyer Filho e Augusto Benetti, Erro Grupo, Giorgio Filomeno, Julia Amaral, Luana Raiter/Erro e Roberto Freitas é o fascínio pelo rearranjo formal e as justaposições com objetos e situações do premeditado e do impremeditado.

As reverberações e interlocuções entre Meyer e os 6 trabalhos selecionados indicam uma proximidade entre os procedimentos de criação – o esboço, o acaso, o improviso incidem diretamente nas soluções das obras e o material (precário ou insólito, como alfinetes, ímãs, animais mortos ou acessórios de festa) desloca suas funções, usos, fins e valor.

A performance do Erro Grupo, Festa Fora da Festa, acontecerá no centro de Florianópolis, dia 27 de julho.

O projeto foi aprovado pela Lei de Incentivo Municipal à Cultura e apoiado pela Unimed.


Gratuito e aberto ao público.

Fonte: curadoras da mostra – Kamilla Nunes e Teresa Siewerdt

nunes.kll@gmail.com
teresasiewerdt@gmail.com


%d blogueiros gostam disto: