Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 27 de novembro, domingo

28/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 141 imagens em alta do segundo dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do duo de acordeonistas Bebê Kramer e Toninho Ferragutti, com participação de Guinha Ramires. Em seguida, a Banda da Lapa do Ribeirão da Ilha.

Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

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Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 26 de novembro, sábado

27/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 136 imagens em alta do primeiro dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do gaitista Gabriel Grossi e banda e do trio formado por Arismar, Toninho Horta e Robertinho Silva. Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

 

 

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Exposição SEMI ÓTICA – miopia e astigmatismo [de Felipe Obrer]

20/07/2011

SEMI ÓTICA

Miopia e Astigmatismo [de Felipe Obrer]

De 26 de julho a 12 de agosto de 2011

Ver. Visão. Saúde. Um olho é. Dois olhos são. Sãos.

Irregularidades do globo ocular. Nervo ótico. Nervosismo estético.

A volta a um consultório oftalmológico.

A lógica homogeneizadora do olhar humano.

Nitidez reencontrável pelo olho da câmera.

Uma década sem lentes.

Exposição longa e giro da câmera em estágios.

Desacolpamento da cápsula de navegação. Flutuar no vácuo pleno.

Cópula de fótons. Cúpula de bíons.

A transitoriedade da luz.

O encontro com o infinito dentro do finito.

A revelação da realidade fractal.

Corpo da câmera no plexo solar do corpo do fotógrafo.

Fotos de barriga.

Estômago mago. Entropia visual.

Dizem que arte não se explica, mas como gosto das palavras além das imagens, prefiro decodificar um pouco o conceito da exposição, já que a corruptela do título implica algum jogo de significados.

Enquanto ainda diletava na fotografia, experimentei fotografar chamas de três velas no escuro, luzes noturnas da cidade e outras fontes fotônicas. Era algo bastante sem critério, movimentos aleatórios, bagunça pura.

Um dia, lá se vão mais de dois anos, numa festa em que provavelmente o único abstêmio era eu, sentado num extremo do recinto, experimentei colocar a câmera sobre meu peito, para ter estabilidade com o ISO baixo, mas não adiantou muito. A imagem saiu borrada. O que me despertou a curiosidade foi o tempo: o obturador se abriu e, estranhando, comecei a contar… 9, 10, 11, 12… 56 segundos até fechar! Por intuição ou sorte, já não sei, inventei de girar a câmera num ritmo próximo ao da minha respiração lenta. Em estágios, sobre o próprio eixo. Era a descoberta da luz longa.

Desde então passei a experimentar essa pesquisa autônoma, sem referências teóricas. Chamei os resultados de fotos de barriga ou miopia e astigmatismo, problemas oculares que tenho diagnosticados. O tipo de imagem resultante tem me servido também para registrar de maneira não realista, mas sim energética talvez, espetáculos musicais, em que a dinâmica da música se revela mais nas fotografias de barriga do que se fossem meramente ilustrativas.

Não uso óculos há pelo menos dez anos. Inventei todo um discurso para justificar a ausência de correção oftalmológica. Devo ter passado por indiferente a muitas pessoas que, se me cruzaram a mais de três metros de distância, mesmo sendo conhecidas, não reconheci. Também vai se aprofundando uma ruga de expressão no entrecenho, que deriva daquela tentativa constante de ler a placa do ônibus que vem, o quadro nas poucas salas de aula que frequentei ou os outdoors com a publicidade do mundo.

Voltei a um consultório e a dona Célia, nordestina que mora na Ilha há anos, muito competente no que faz, me abriu os olhos. Sem fazer uso, para tanto, daquele colírio horroroso que facilita a medida da pressão intraocular e deixa o paciente suscetível a uma experiência traumática pós-consulta, quase cegado pela quantidade de luz que invade os olhos. De todo modo, constatou o que eu já sabia: tenho bons graus de astigmatismo e miopia, e um eixo bastante divertido. Talvez esta exposição marque o ponto de inflexão, a volta aos óculos, cuja armação já escolhi numa ótica chamada Focco. Assim, com dois cês.

Informações:

Local: Aliança Francesa Florianópolis

Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 282.

Centro – Florianópolis – SC

affloripa@affloripa.com.br

Veja mapa

www.affloripa.com.br

ABERTURA: terça-feira, 26 de julho, às 19h30.

Às 20h, show de bossa nova e jazz com Joana Knobbe e Gustavo Messina.

Apoio (equipamento de som): Escola de Música Rafael Bastos

ENCERRAMENTO: sexta-feira, 12 de agosto

Horário: de segunda a sexta, das 8h às 20h; sábados, das 8h às 11h.

Entrada gratuita.

Realização (convite e acolhida): Aliança Francesa Florianópolis

Apoio (impressão das fotografias): Laboratório fotográfico Color Click

Agradecimento especial à minha amora e companheira de vida, Joana Knobbe, que, além de produzir o cartaz original da exposição, cantará na abertura.

aperitivos:

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Cartografias Afetivas: Criação artística colaborativa proposta por Juliana Crispe

27/11/2010

Recebi da Juliana Crispe, tomo a liberdade de divulgar porque acredito que é desse tipo de iniciativa que Floripa precisa. Atenção artistas, embora dissesse o Paulo Leminski que distraídos venceremos, participem!

A mensagem dizia:

Olá, convido você a participar do projeto Cartografias Afetivas

Este trabalho está em construção e faz parte da minha dissertação de Mestrado em Artes Visuais intitulado de: Apontamentos para Lembranças.

Cartografias Afetivas é um projeto que propõe a construção de mapas, cartografias do universo pessoal, experimentado por cada um, ou seja, cartografias de vivências, pessoas, lugares, espaços, territórios afetivos, que nos são importantes e nos afetam.

Num primeiro momento, este projeto em construção buscava mapear lugares reais e ficcionais vivenciados por mim. Comecei a traçar meus lugares afetivos e fazer ações, trabalhos visuais relacionados a estes espaços e às lembranças que estes me evocam.

A partir de questões ligadas a psicogeografia[1] proposta pela Internacional Situacionista, busco ampliar essas cartografias, dando possibilidade para que outras pessoas possam construir suas cartografias, seus mapas, construindo assim um arquivo em constante construção, na medida em que novos espaços meus e de outras pessoas serão cartografados.

Para que possa haver as trocas foi criado um blog, ainda em desenvolvimento, para postar além de minhas cartografias afetivas, as cartografias de quem quiser participar do projeto.

Há em anexo um cartaz do projeto. A linguagem para construção é livre.

A proposta final buscará a construção de uma exposição coletiva com as Cartografias Afetivas dos convidados.

Enviar suas Cartografias Afetivas para este e-mail: ju_ceart@yahoo.com.br e para cartografiasafetivas@gmail.com

Em caso de dúvida escrever para ju_ceart@yahoo.com.br.

Atenciosamente

Juliana Crispe

[1] A palavra ‘psicogeografia’ esteve muito em voga nos anos 1990 em Londres. Foi originada nos anos cinqüenta com o grupo francês, primeiramente chamado Letristas, e depois Situacionistas. Sua primeira aparição foi na ‘Introdução a uma Crítica da Geografia Urbana’ (1955), onde dá uma definição compacta: ‘o estudo dos efeitos do ambiente geográfico, conscientemente organizado ou não, nas emoções e maneiras, comportamentos e modos de ação, procedimentos e condutas, ações e atos de indivíduos’.

A psicogeografia seria uma prática geográfica afetiva e subjetiva que se propunha a cartografar as diferentes ambiências psíquicas provocadas pelas caminhadas urbanas que eram as derivas situacionistas.

A Juliana pede, aos que aceitarem participar do projeto, confirmação por e-mail.


O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea – 18 e 19 de novembro na UFSC

17/11/2010

 

A divulgação me chegou por meio da Clelia Mello. Reproduzo aqui.

 

 

 

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea  >>>  dias 18 e 19 de novembro

Haverá oficinas, performances e mesas redondas.

 

o evento é aberto à comunidade

 

 

O Seminário foi organizado com a finalidade de levar adiante a discussão sobre as relações intempestivas geradas na fricção entre arte contemporânea e sociedade. Essa proposição é o resultado consequente dos recentes eventos envolvendo o aluno Betinho.

 

Aproveitando a institucionalidade das nossas funções profissionais, queremos pautar uma discussão que até então vem sendo atravessada por conservadorismos, preconceitos, discriminações etc…

 

Para a realização das mesas redondas, optamos pelo espaço da antiga Cantina do CCE (consideramos o espaço mais simbolicamente politizado do Centro e vamos ocupá-lo).

 

Entre os convidados externos à UFSC que participarão das mesas estão: Yiftah Peled, Roberto Freitas, Massimo Canevacci (professor convidado da UFSC), Prudente Mello (que também dará uma oficina), Alejandro Ahmed e Pedro Bennaton.

 

Inscrições na hora para aqueles que desejarem o certificado das atividades complementares

 

Info: (48) 3721- 9704  http://arteselibras.paginas.ufsc.br

A programação:

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea

Dia 18/11:

09h-12h: Oficina de Arte Contemporânea para os seguranças da UFSC – prof. Aglair Bernardo

local: sala 402 CFM

 

12h: Performance Na Brasa de Pindorama – Betinho Chaves

local: RU

(advertimos que a performance contém cena de nudez)

 

14h-15h30: Mesa Redonda 1: Ousadia e Arte: Entre Tapas e Beijos

componentes: Maria de Lourdes Borges, Alckmar Luiz dos Santos e Yiftah Peled. mediação: Fabio Salvatti

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-17h30: Mesa Redonda 2: Um Corpo Obsceno e Mal Comportado

componentes: Clélia Mello, Roberto Freitas e Massimo Canevacci. mediação: Janaina Martins

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-18h: Performance As faces de Ofélia – Gabriela Fregoneis

local: sala 402 CFM

 

Dia 19/11:

09h-12h: Oficina Arte e cadeia: o que fazer em caso de detenção? – Prudente Mello

local: sala 402 CFM

 

14-15h30: Mesa Redonda 3: Arte e crime: zonas de tensão

componentes: Prudente Mello, Pedro Bennaton, Alejandro Ahmed, Aglair Bernardo. mediação Rodrigo Garcez

local: Antiga Cantina do CCE

 

16-18h: Bate papo sobre o processo criativo da Performance 5760 – Thaís Penteado e Ilze Körting

local: sala 402 CFM

 

realização:

PACT – Grupo de Estudos de Performance, Artes Cênicas e Tecnologia

LIAA – Laboratório de Interface entre Arte e Ativismo

TRËMA – Artes e Mestiçagens Poéticas

apoio:

DALi – SeCArte

 

 


Oficina prática em COMUNICAÇÃO COLABORATIVA e JORNALISMO CIDADÃO

13/10/2010

Para ampliar, clique na imagem

A oficina pode ser realizada individualmente ou em grupo, a qualquer momento e em qualquer parte da cidade de Florianópolis, conforme a demanda.

Esta é uma idéia (ainda acentuada enquanto a lei ortográfica permite, até 2012) que estava na cabeça há tempo.

A realização chegou agora.

Quando se trata de comunicação na internet, há dois extremos: blogs simples criados sem muitos recursos nem identidade própria ou sites ultra-high-tech, em flash ou afins, que custam os olhos da cara e mantêm os proprietários alienados de senhas, tendo que recorrer a um webmaster que os trata quase como reféns. Com esta proposta a intenção é viabilizar um meio termo cuja prioridade seja a comunicação eficaz, baseado no conceito de autonomia plena.

As datas estão em aberto, e serão definidas conforme a demanda. Há horários disponíveis tanto durante a semana letiva (à noite, entre 20h e 21h30) ou nos finais de semana. O espaço locado para ministrar a oficina tem 7 computadores disponíveis, com acesso à internet em banda larga. Para participar, não é necessário ter nem levar laptop próprio.

Em suma: entre sem site ou com um blog comum e termine a oficina com um site pronto, com o conhecimento necessário sobre como administrá-lo.

A quem acreditar na proposta, peço ajuda na divulgação (salvem o cartaz e republiquem no meio que quiserem).


ANDARES – Residência Artística em Exploração Urbana

04/02/2010

Agradeço ao Alan Langdon pela mensagem encaminhada.

O projeto é coordenado por Loli Menezes e Bianca Scliar.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até 15 de fevereiro.

Mais informações no site http://projetoandares.blogspot.com


Sem palavras, documentário de Kátia Klock, tem exibição gratuita hoje no Cineclube Ieda Beck

08/12/2009

*Texto de Fifo Lima

SEM PALAVRAS no Cineclube Ieda Beck

Exibido em várias cidades do Estado e do país, e também em Cabo Verde e nos Estados Unidos, o documentário Sem Palavras, de Kátia Klock, suscita debates acalorados sobre sentimentos de intolerância, preconceito e perseguição que são intensificados durante as guerras. Em Florianópolis, o filme tem uma sessão programada para quarta-feira 9, às 19h30 no Cineclube Ieda Beck, da Cinemateca Catarinense ABD-SC, com a presença dos realizadores para uma conversa após a sessão.
Em 29 de outubro, Sem Palavras foi assistido por uma plateia multicultural na Biblioteca Brasileira de Nova York, do Centro Cultural Brasil. O crítico de cinema Micki Mihich, mediador do debate que contou com a presença de Kátia e do produtor Mauricio Venturi, escreveu na revista Dynamite: “O resultado [do documentário] é um relato revelador no sentido histórico e emocionante no sentido humano. O que poderia facilmente ter ido para o caminho acadêmico é um filme fascinante que só peca por ser tão curto: tem apenas uma hora de duração”. (http://dynamite.terra.com.br/blog/coisassoltasemny/post.cfm/o-anti-cristo-dinamarques-a-empregada-chilena-e-blumenau-sem-palavras)
Segundo os realizadores, a exibição em Nova York teve uma discussão entusiasmada, com espectadores interessados no tema. Realizado pela Contraponto, Sem Palavras aborda os efeitos provocados pela Campanha de Nacionalização de Getúlio Vargas (1937-1945). Na época, quando o Brasil entrou na Segunda Guerra contra os países do Eixo, a proibição dos idiomas alemão, italiano e japonês foi intensificada no país e houve perseguição e tortura a estes estrangeiros e seus descendentes.
A maioria dos entrevistados de Sem Palavras era criança durante a Segunda Guerra e todos são descendentes de alemães. Com uma pesquisa criteriosa do período histórico, o documentário agrega fotografias e arquivos sonoros, e reconstitui o ambiente dramático de época. As encenações foram realizadas com não-atores descendentes de famílias alemãs de Blumenau (SC). As composições da trilha sonora são do maestro Edino Krieger, que cedeu algumas obras para o filme.
Lançado em maio deste ano e exibido em 20 espaços diferenciados – salas de cinema e de aula, espaços culturais, bibliotecas e emissoras de TV -, Sem Palavras foi realizado com os recursos do Prêmio Cinemateca Catarinense/FCC 2007 e pretende provocar reflexões sobre os prejuízos causados por toda guerra e ditadura, quando a liberdade é o primeiro direito a ser suprimido. A partir de fevereiro de 2010, o documentário integrará a mostra itinerante Diálogos em Cena, com filmes, oficinas e debates. Apoiado pelo Funcultural, da Secretaria Estadual de Cultura, Turismo e Esporte, este projeto vai promover também a distribuição gratuita de 1000 DVDs do filme com legendas em inglês, alemão e espanhol para escolas, bibliotecas e associações culturais do Brasil e do exterior.
Os interessados que desejarem adquirir o DVD do Sem Palavras para acervo pessoal podem entrar em contato com producao@contraponto.tv ou (48) 3334 9805 ou 9989 4202. O custo é de R$ 15 mais taxa de postagem.
O QUÊ: Exibição do documentário Sem Palavras, de Kátia Klock. 
QUANDO: Quarta-feira, dia 9 de dezembro, às 19h30.  
ONDE: Cineclube Ieda Beck da Cinemateca Catarinense. Rua XV de Novembro, 344, Centro, Florianópolis. 
QUANTO: Entrada franca.
CONTATO:
Kátia Klock – (48) 3334 9805 / 9989 4202
Mauricio Venturi  – (48) 3334 9805 / 8411 6229
FIFO LIMA press
(48) 4141 2116, 9146 0251

Mauricio Jorquera dá oficina de Clown diferente, na Casa das Máquinas

27/11/2009

Para ampliar, clique na imagem

Que tal misturar a filosofia dramática clown com a abordagem do contato-improvisação? Quer ver no que pode dar esse samba? Que tal convocar pessoas para ir à Casa das Máquinas?

O QUÊ: Oficina de Clown e contato-improvisação, com Mauricio Jorquera.

QUANDO: 28 e 29 de novembro, das 10h às 13h.

ONDE: Na Casa das Máquinas, espaço cultural que fica atrás do casarão Bento Silvério, na chamada Pracinha da Lagoa.

QUANTO: A oficina custa 35 reais.

No cartaz, mais informações sobre Mauricio Jorquera.


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