Cultura em Floripa: grupo é meio de divulgação e proposição de atividades culturais e artísticas na cidade

31/08/2011

 

Floripa não é só praia

 

Está em atividade o grupo Cultura em Floripa, no Facebook, há alguns meses. Suscitou muitas adesões e conta, neste momento, com mais de 700 membros. A participação é aberta.

Lá têm acontecido interações proveitosas entre as pessoas que produzem, divulgam e apreciam a fruição cultural na cidade.

Diz a descrição:

“A finalidade do grupo é servir como meio de divulgação e proposição de atividades culturais na Ervilha da Magia (e nos 3% continentais da cidade também). Vale sempre lembrar que, em Florianópolis, costumamos reclamar muito, mas as coisas acontecem. O que falta é que as pessoas fiquem sabendo e frequentem.

Por favor, um pedido aos membros: ao publicar no mural do grupo, pensar sempre se a postagem cabe no foco que temos por aqui e é, como dito acima, propor e divulgar atividades artísticas e culturais na cidade. Caso o tema seja outro, existem muitos outros lugares adequados. Por aqui, seria interessante mantermos a relevância temática.

A fotografia (por Felipe Obrer) usada na página do grupo é ilustrativa: um bate-estacas que ultrapassa em altura a torre da catedral. Não somos santos, mas vamos fazer mais barulho do que a construção (ci)vil.

É bom ter clareza, também, de que esta rede social é apenas uma parte da internet, e que a internet é apenas uma parte, feita de bits, não átomos, da vida. Convém passar adiante as notícias pessoalmente, sempre! O que nos faz humanos é a presença real.”

Usa Facebook? Quer saber o que está acontecendo na cidade, para além das críticas e do pessimismo ressentido? Quer fazer parte de uma rede que articula ações e fomenta as coisas bacanas que acontecem, desfazendo o mito de que a Ilha de Santa Catarina tem que viver só do turismo de praia? Podemos fazer da cultura, na cidade, um belo atrativo também.

 

Para quem acha que só internet não basta, está em articulação um encontro presencial para breve.

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Oficina prática em COMUNICAÇÃO COLABORATIVA e JORNALISMO CIDADÃO

13/10/2010

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A oficina pode ser realizada individualmente ou em grupo, a qualquer momento e em qualquer parte da cidade de Florianópolis, conforme a demanda.

Esta é uma idéia (ainda acentuada enquanto a lei ortográfica permite, até 2012) que estava na cabeça há tempo.

A realização chegou agora.

Quando se trata de comunicação na internet, há dois extremos: blogs simples criados sem muitos recursos nem identidade própria ou sites ultra-high-tech, em flash ou afins, que custam os olhos da cara e mantêm os proprietários alienados de senhas, tendo que recorrer a um webmaster que os trata quase como reféns. Com esta proposta a intenção é viabilizar um meio termo cuja prioridade seja a comunicação eficaz, baseado no conceito de autonomia plena.

As datas estão em aberto, e serão definidas conforme a demanda. Há horários disponíveis tanto durante a semana letiva (à noite, entre 20h e 21h30) ou nos finais de semana. O espaço locado para ministrar a oficina tem 7 computadores disponíveis, com acesso à internet em banda larga. Para participar, não é necessário ter nem levar laptop próprio.

Em suma: entre sem site ou com um blog comum e termine a oficina com um site pronto, com o conhecimento necessário sobre como administrá-lo.

A quem acreditar na proposta, peço ajuda na divulgação (salvem o cartaz e republiquem no meio que quiserem).


Exposição coletiva NOVa põe na roda produções em vídeo, fotografia e texto

06/10/2009

Imagem enviada por Tiaraju Verdi:

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Texto enviado por Letícia Weiduschadt:

NOVa é uma exposição que apresenta reconstruções de performances orientadas para fotografia e vídeo. Exercícios como esses tem sido uma das formas que elegemos para pesquisar o acervo de performances nas artes visuais dos anos 1960 até o presente, constituído grande parte por documentos, como fotografias, filmes, vídeos, depoimentos escritos e descrições. É importante ressaltar que, frequentemente, o acesso que temos a este tema é através desses documentos. Como artistas, estudantes, historiadores ou teóricos da arte, nosso repertório tem sido construído a partir dessa série de
registros.

Reconstruir performances implica, evidentemente, numa série de acomodações: a primeira delas, conforme a escolha do trabalho, o que temos como acesso são apenas traços da ação, compostos basicamente por descrições ou imagens coletadas em livros e catálogos. A segunda, e sem dúvida de maior importância, é que o trabalho escolhido será refeito por um outro performer. Ou seja, há um outro modo de expressão e interpretação aí contidos. Nesse sentido, as reconstruções ou re-interpretações, aqui presentes, mostram uma lógica de pensar a performance nas artes visuais como uma partitura musical.

Participam dessa exposição: Ana Clara Jolly, Carolina Rögelin, Fernando Weber, Genoína Battistini, João Rosa, Karina Segantini, Letícia Weiduschadt, Maíra Dietrich, Marina Borck, Priscilla Menezes, Rosana Rocha, Tiaraju Verdi e Vinicius Nepomuceno com produções em vídeo, fotografia e textos, desenvolvidos em 2008 e 2009, na oficina de estudos de performance ministrada no CEART/UDESC por Regina Melim.

Nosso objetivo em mostrar essas re-construções, somado ao fato de ser a via que elegemos para o estudo e a pesquisa da história da performance nas artes visuais, é que esses exercícios possam se configurar como um modo de representação e preservação de uma forma de arte efêmera por natureza.

Outubro de 2009.

O quê: Exposição NOVa
Quando: Abertura dia 7 de outubro às 19h. Conversa com artistas e curadoria dia 15 de outubro às 18h.
Onde: Memorial Meyer Filho. Praça XV de Novembro, 180 – Centro, Florianópolis (Esquina com a Rua Tiradentes).

Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda à sexta.


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