Ilha da Música Ilhada >> Introdução (im)provisória + Take 2

12/03/2012

Introdução (im)provisória + Take 2.


Cultura em Floripa: grupo é meio de divulgação e proposição de atividades culturais e artísticas na cidade

31/08/2011

 

Floripa não é só praia

 

Está em atividade o grupo Cultura em Floripa, no Facebook, há alguns meses. Suscitou muitas adesões e conta, neste momento, com mais de 700 membros. A participação é aberta.

Lá têm acontecido interações proveitosas entre as pessoas que produzem, divulgam e apreciam a fruição cultural na cidade.

Diz a descrição:

“A finalidade do grupo é servir como meio de divulgação e proposição de atividades culturais na Ervilha da Magia (e nos 3% continentais da cidade também). Vale sempre lembrar que, em Florianópolis, costumamos reclamar muito, mas as coisas acontecem. O que falta é que as pessoas fiquem sabendo e frequentem.

Por favor, um pedido aos membros: ao publicar no mural do grupo, pensar sempre se a postagem cabe no foco que temos por aqui e é, como dito acima, propor e divulgar atividades artísticas e culturais na cidade. Caso o tema seja outro, existem muitos outros lugares adequados. Por aqui, seria interessante mantermos a relevância temática.

A fotografia (por Felipe Obrer) usada na página do grupo é ilustrativa: um bate-estacas que ultrapassa em altura a torre da catedral. Não somos santos, mas vamos fazer mais barulho do que a construção (ci)vil.

É bom ter clareza, também, de que esta rede social é apenas uma parte da internet, e que a internet é apenas uma parte, feita de bits, não átomos, da vida. Convém passar adiante as notícias pessoalmente, sempre! O que nos faz humanos é a presença real.”

Usa Facebook? Quer saber o que está acontecendo na cidade, para além das críticas e do pessimismo ressentido? Quer fazer parte de uma rede que articula ações e fomenta as coisas bacanas que acontecem, desfazendo o mito de que a Ilha de Santa Catarina tem que viver só do turismo de praia? Podemos fazer da cultura, na cidade, um belo atrativo também.

 

Para quem acha que só internet não basta, está em articulação um encontro presencial para breve.


O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea – 18 e 19 de novembro na UFSC

17/11/2010

 

A divulgação me chegou por meio da Clelia Mello. Reproduzo aqui.

 

 

 

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea  >>>  dias 18 e 19 de novembro

Haverá oficinas, performances e mesas redondas.

 

o evento é aberto à comunidade

 

 

O Seminário foi organizado com a finalidade de levar adiante a discussão sobre as relações intempestivas geradas na fricção entre arte contemporânea e sociedade. Essa proposição é o resultado consequente dos recentes eventos envolvendo o aluno Betinho.

 

Aproveitando a institucionalidade das nossas funções profissionais, queremos pautar uma discussão que até então vem sendo atravessada por conservadorismos, preconceitos, discriminações etc…

 

Para a realização das mesas redondas, optamos pelo espaço da antiga Cantina do CCE (consideramos o espaço mais simbolicamente politizado do Centro e vamos ocupá-lo).

 

Entre os convidados externos à UFSC que participarão das mesas estão: Yiftah Peled, Roberto Freitas, Massimo Canevacci (professor convidado da UFSC), Prudente Mello (que também dará uma oficina), Alejandro Ahmed e Pedro Bennaton.

 

Inscrições na hora para aqueles que desejarem o certificado das atividades complementares

 

Info: (48) 3721- 9704  http://arteselibras.paginas.ufsc.br

A programação:

O Mal Estar da (na) Arte Contemporânea

Dia 18/11:

09h-12h: Oficina de Arte Contemporânea para os seguranças da UFSC – prof. Aglair Bernardo

local: sala 402 CFM

 

12h: Performance Na Brasa de Pindorama – Betinho Chaves

local: RU

(advertimos que a performance contém cena de nudez)

 

14h-15h30: Mesa Redonda 1: Ousadia e Arte: Entre Tapas e Beijos

componentes: Maria de Lourdes Borges, Alckmar Luiz dos Santos e Yiftah Peled. mediação: Fabio Salvatti

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-17h30: Mesa Redonda 2: Um Corpo Obsceno e Mal Comportado

componentes: Clélia Mello, Roberto Freitas e Massimo Canevacci. mediação: Janaina Martins

local: Antiga Cantina do CCE

 

16h-18h: Performance As faces de Ofélia – Gabriela Fregoneis

local: sala 402 CFM

 

Dia 19/11:

09h-12h: Oficina Arte e cadeia: o que fazer em caso de detenção? – Prudente Mello

local: sala 402 CFM

 

14-15h30: Mesa Redonda 3: Arte e crime: zonas de tensão

componentes: Prudente Mello, Pedro Bennaton, Alejandro Ahmed, Aglair Bernardo. mediação Rodrigo Garcez

local: Antiga Cantina do CCE

 

16-18h: Bate papo sobre o processo criativo da Performance 5760 – Thaís Penteado e Ilze Körting

local: sala 402 CFM

 

realização:

PACT – Grupo de Estudos de Performance, Artes Cênicas e Tecnologia

LIAA – Laboratório de Interface entre Arte e Ativismo

TRËMA – Artes e Mestiçagens Poéticas

apoio:

DALi – SeCArte

 

 


Tom Zé, finalmente de novo, na Ilha! – a céu aberto e grátis!

06/11/2010

No dia 13 de novembro, às 21h30, a céu aberto, na Praça da Cidadania da UFSC, dentro do FITO (Festival Internacional de Teatro de Objetos, cuja programação completa pode ser vista aqui), Tom Zé [que, acabo de descobrir, está com site renovadíssimo] apresenta o show Música/Contramúsica. A entrada é gratuita. A concorrência, provavelmente, será grande. Para garantir um ângulo bom, convém chegar com alguma antecedência e ambientar-se com calma.

Por coincidência, há uns dois meses peguei emprestado na Bilica (Biblioteca Livre do Campeche) o livro Tropicalista Lenta Luta, em cuja noite de autógrafos estive presente aqui em Floripa, alguns vários anos atrás [e sugeri à Neusa, mulher e produtora, que fizessem em algum momento um show ao ar livre na UFSC, coisa que acontece agora e para a qual não fiz nenhum movimento prático… a vida é sonho]

A leitura [de Tropicalista Lenta Luta] é muito recomendável a qualquer um que faça ou goste de música. Ali o Tom Zé narra, entre várias outras coisas, como se deu o surgimento da Escola de Música da Bahia, na UFBA, genialmente conduzida por Koellreutter, propiciada pela viagem quixotesca de um reitor, nas palavras do Tom Zé, luciferino.

Ainda não li nada sobre esse espetáculo novo, chamado Música/Contramúsica. Sei que o último disco dele é O Pirulito da Ciência, precedido de Estudando a Bossa e, antes, Danç-êh-Sá. Aliás, a menos que se esteja 24h antenado no que acontece, é bem provável que se perca alguma das novas criações desse artista tão prolífico quanto pouco ouvido, ainda. É claro que existe muita gente que aprecia e venera o som dele, mas, convenhamos, mesmo depois do documentário Fabricando Tom Zé, não chegou a ser conhecido e tocado nas rádios como outros artistas contemporâneos.

A quem já viu, sei que não é necessário propagandear nada. A quem nunca viu Tom Zé ao vivo, digo: abrace um lugar do qual dê pra sentir a potência criativa e performática do baiano cosmopolita!



Aulas de Técnica Vocal para o Canto Popular, com Joana Knobbe

20/09/2010

Segundo uma explicação etimológica possível, pessoa deriva da conjunção de per (por, através) e sona (som). Dedução: a pessoa mostra o que é pelo som que emite. Segundo a própria Jo (apelido carinhoso da Joana Knobbe), no canto popular a personalidade tem importância central. Sendo assim, aulas com ela provavelmente ajudem também no conhecimento de si mesmo (além de fornecer técnica para a profissionalização, ou para uma prática diletante mais saudável). Em suma, que cada um descubra a voz que tem e faça uso dela com toda a amplitude que seja capaz de ter, sem se machucar.

Recomendo enfaticamente, a quem tenha vontade de estudar Canto Popular, que procure e se informe. O caminho está aberto.

Acervo de Ideias (blog da Jo)

Contato: (48) 8818.0227 e joknobbe@gmail.com

Como cereja do bolo, assista:


A Menina Boba – projeto de formação e pesquisa cênica

25/05/2010

Recebi da Marília Oliveira. Agradeço e publico:

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Múltipla Dança 2010

24/05/2010

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