Floripa Jam no Catarse

25/01/2012

Embarquei (eu, Felipe Obrer, autor deste blog) numa empreitada gregária: o financiamento colaborativo do projeto Floripa Jam no Catarse. Fiz uma revisão criativa do texto que estava lá, o Marinho Freire Costa, que é o proponente, topou a idéia, e agora o que está no ar é renovado e tem um quê a mais de poesia. Quem tiver curiosidade, pode conferir neste link. E, se brotar alguma lágrima e motivar colaborações, missão cumprida. A partir de R$ 10 já vale! Há brindes em contrapartida e os apoios têm faixas que vão dos 10 aos 5.000 reais. O apoio pode vir tanto de pessoas físicas, diretamente interessadas em fazer acontecer o projeto, quanto de empresas, para as quais as contrapartidas em forma de visibilidade de marca e mídia espontânea podem ser muito compensadoras.

Floripa Jam é uma proposta de realização de jam sessions em espaços públicos da cidade de Florianópolis, com entrada livre e gratuita para o público em geral. A curadoria é do músico e compositor Leandro fortes, e o proponente do projeto, como dito acima, é Marinho Freire Costa. O mérito de iniciar o processo cabe integralmente a eles. Eu entrei com o barco já navegando, e somo minhas remadas ao coletivo.

Para quem não sabe o que é o Catarse, aí vai uma explicação simples: é uma plataforma de financiamento colaborativo, também chamado em inglês de crowdfunding, que permite a captação direta de recursos para a realização de projetos culturais criativos. É muito simples apoiar um projeto, basta acessar o link e seguir alguns passos fáceis, coisa de 5 minutos, se tanto. Pode ser via boleto bancário, operação bancária online ou cartão de crédito. Tudo seguro e confiável, como demonstram os vários projetos que já tiveram êxito.

Para quem ainda tiver dúvidas, é possível acessar este outro link, com um passo-a-passo sobre como contribuir. Vale lembrar que tão importante quanto a contribuição monetária é a disseminação da campanha, então dedos à obra e a palavra é compartilhar.

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Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 27 de novembro, domingo

28/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 141 imagens em alta do segundo dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do duo de acordeonistas Bebê Kramer e Toninho Ferragutti, com participação de Guinha Ramires. Em seguida, a Banda da Lapa do Ribeirão da Ilha.

Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

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Fotografias Floripa Instrumental 2011 – dia 26 de novembro, sábado

27/11/2011

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Fotos publicadas sem edição nem seleção.

 

 

 

Abaixo, publicadas em Creative Commons, 136 imagens em alta do primeiro dia do Floripa Instrumental 2011, no Ribeirão da Ilha. Uso autorizado para fins não comerciais. Há fotos do show do gaitista Gabriel Grossi e banda e do trio formado por Arismar, Toninho Horta e Robertinho Silva. Em caso de interesse comercial pelas fotos, por favor entrar em contato: http://obrerconsultoria.wordpress.com/contato

 

 

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Exposição SEMI ÓTICA – miopia e astigmatismo [de Felipe Obrer]

20/07/2011

SEMI ÓTICA

Miopia e Astigmatismo [de Felipe Obrer]

De 26 de julho a 12 de agosto de 2011

Ver. Visão. Saúde. Um olho é. Dois olhos são. Sãos.

Irregularidades do globo ocular. Nervo ótico. Nervosismo estético.

A volta a um consultório oftalmológico.

A lógica homogeneizadora do olhar humano.

Nitidez reencontrável pelo olho da câmera.

Uma década sem lentes.

Exposição longa e giro da câmera em estágios.

Desacolpamento da cápsula de navegação. Flutuar no vácuo pleno.

Cópula de fótons. Cúpula de bíons.

A transitoriedade da luz.

O encontro com o infinito dentro do finito.

A revelação da realidade fractal.

Corpo da câmera no plexo solar do corpo do fotógrafo.

Fotos de barriga.

Estômago mago. Entropia visual.

Dizem que arte não se explica, mas como gosto das palavras além das imagens, prefiro decodificar um pouco o conceito da exposição, já que a corruptela do título implica algum jogo de significados.

Enquanto ainda diletava na fotografia, experimentei fotografar chamas de três velas no escuro, luzes noturnas da cidade e outras fontes fotônicas. Era algo bastante sem critério, movimentos aleatórios, bagunça pura.

Um dia, lá se vão mais de dois anos, numa festa em que provavelmente o único abstêmio era eu, sentado num extremo do recinto, experimentei colocar a câmera sobre meu peito, para ter estabilidade com o ISO baixo, mas não adiantou muito. A imagem saiu borrada. O que me despertou a curiosidade foi o tempo: o obturador se abriu e, estranhando, comecei a contar… 9, 10, 11, 12… 56 segundos até fechar! Por intuição ou sorte, já não sei, inventei de girar a câmera num ritmo próximo ao da minha respiração lenta. Em estágios, sobre o próprio eixo. Era a descoberta da luz longa.

Desde então passei a experimentar essa pesquisa autônoma, sem referências teóricas. Chamei os resultados de fotos de barriga ou miopia e astigmatismo, problemas oculares que tenho diagnosticados. O tipo de imagem resultante tem me servido também para registrar de maneira não realista, mas sim energética talvez, espetáculos musicais, em que a dinâmica da música se revela mais nas fotografias de barriga do que se fossem meramente ilustrativas.

Não uso óculos há pelo menos dez anos. Inventei todo um discurso para justificar a ausência de correção oftalmológica. Devo ter passado por indiferente a muitas pessoas que, se me cruzaram a mais de três metros de distância, mesmo sendo conhecidas, não reconheci. Também vai se aprofundando uma ruga de expressão no entrecenho, que deriva daquela tentativa constante de ler a placa do ônibus que vem, o quadro nas poucas salas de aula que frequentei ou os outdoors com a publicidade do mundo.

Voltei a um consultório e a dona Célia, nordestina que mora na Ilha há anos, muito competente no que faz, me abriu os olhos. Sem fazer uso, para tanto, daquele colírio horroroso que facilita a medida da pressão intraocular e deixa o paciente suscetível a uma experiência traumática pós-consulta, quase cegado pela quantidade de luz que invade os olhos. De todo modo, constatou o que eu já sabia: tenho bons graus de astigmatismo e miopia, e um eixo bastante divertido. Talvez esta exposição marque o ponto de inflexão, a volta aos óculos, cuja armação já escolhi numa ótica chamada Focco. Assim, com dois cês.

Informações:

Local: Aliança Francesa Florianópolis

Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 282.

Centro – Florianópolis – SC

affloripa@affloripa.com.br

Veja mapa

www.affloripa.com.br

ABERTURA: terça-feira, 26 de julho, às 19h30.

Às 20h, show de bossa nova e jazz com Joana Knobbe e Gustavo Messina.

Apoio (equipamento de som): Escola de Música Rafael Bastos

ENCERRAMENTO: sexta-feira, 12 de agosto

Horário: de segunda a sexta, das 8h às 20h; sábados, das 8h às 11h.

Entrada gratuita.

Realização (convite e acolhida): Aliança Francesa Florianópolis

Apoio (impressão das fotografias): Laboratório fotográfico Color Click

Agradecimento especial à minha amora e companheira de vida, Joana Knobbe, que, além de produzir o cartaz original da exposição, cantará na abertura.

aperitivos:

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Joana Knobbe em foto de barriga

21/11/2010


_MG_2476, upload feito originalmente por Felipe Obrer.

O show aconteceu no dia 9 de novembro de 2010, no Full Jazz Bar, em Curitiba. Fiz as fotografias e registrei em vídeo. Aos poucos, vou publicando os registros. Este é um caminho para chegar às fotos.

Foto de barriga é um termo que uso para definir imagens feitas com exposição longa, com a câmera apoiada no peito ou no plexo, girando em estágios sobre o próprio eixo.

Dá nisso. O som é dinâmico, convém que representações visuais dele acompanhem o movimento.


Aulas de Técnica Vocal para o Canto Popular, com Joana Knobbe

20/09/2010

Segundo uma explicação etimológica possível, pessoa deriva da conjunção de per (por, através) e sona (som). Dedução: a pessoa mostra o que é pelo som que emite. Segundo a própria Jo (apelido carinhoso da Joana Knobbe), no canto popular a personalidade tem importância central. Sendo assim, aulas com ela provavelmente ajudem também no conhecimento de si mesmo (além de fornecer técnica para a profissionalização, ou para uma prática diletante mais saudável). Em suma, que cada um descubra a voz que tem e faça uso dela com toda a amplitude que seja capaz de ter, sem se machucar.

Recomendo enfaticamente, a quem tenha vontade de estudar Canto Popular, que procure e se informe. O caminho está aberto.

Acervo de Ideias (blog da Jo)

Contato: (48) 8818.0227 e joknobbe@gmail.com

Como cereja do bolo, assista:


Um vídeo-achado: workshow do Toicinho Batera Trio no Cineclube Ieda Beck (outubro de 2009)

30/01/2010

O vídeo é de autoria do Alan Langdon, co-diretor do documentário Sistema de Animação, tão falado por aqui.

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