Floripa Jam no Catarse

25/01/2012

Embarquei (eu, Felipe Obrer, autor deste blog) numa empreitada gregária: o financiamento colaborativo do projeto Floripa Jam no Catarse. Fiz uma revisão criativa do texto que estava lá, o Marinho Freire Costa, que é o proponente, topou a idéia, e agora o que está no ar é renovado e tem um quê a mais de poesia. Quem tiver curiosidade, pode conferir neste link. E, se brotar alguma lágrima e motivar colaborações, missão cumprida. A partir de R$ 10 já vale! Há brindes em contrapartida e os apoios têm faixas que vão dos 10 aos 5.000 reais. O apoio pode vir tanto de pessoas físicas, diretamente interessadas em fazer acontecer o projeto, quanto de empresas, para as quais as contrapartidas em forma de visibilidade de marca e mídia espontânea podem ser muito compensadoras.

Floripa Jam é uma proposta de realização de jam sessions em espaços públicos da cidade de Florianópolis, com entrada livre e gratuita para o público em geral. A curadoria é do músico e compositor Leandro fortes, e o proponente do projeto, como dito acima, é Marinho Freire Costa. O mérito de iniciar o processo cabe integralmente a eles. Eu entrei com o barco já navegando, e somo minhas remadas ao coletivo.

Para quem não sabe o que é o Catarse, aí vai uma explicação simples: é uma plataforma de financiamento colaborativo, também chamado em inglês de crowdfunding, que permite a captação direta de recursos para a realização de projetos culturais criativos. É muito simples apoiar um projeto, basta acessar o link e seguir alguns passos fáceis, coisa de 5 minutos, se tanto. Pode ser via boleto bancário, operação bancária online ou cartão de crédito. Tudo seguro e confiável, como demonstram os vários projetos que já tiveram êxito.

Para quem ainda tiver dúvidas, é possível acessar este outro link, com um passo-a-passo sobre como contribuir. Vale lembrar que tão importante quanto a contribuição monetária é a disseminação da campanha, então dedos à obra e a palavra é compartilhar.


Cultura em Floripa: grupo é meio de divulgação e proposição de atividades culturais e artísticas na cidade

31/08/2011

 

Floripa não é só praia

 

Está em atividade o grupo Cultura em Floripa, no Facebook, há alguns meses. Suscitou muitas adesões e conta, neste momento, com mais de 700 membros. A participação é aberta.

Lá têm acontecido interações proveitosas entre as pessoas que produzem, divulgam e apreciam a fruição cultural na cidade.

Diz a descrição:

“A finalidade do grupo é servir como meio de divulgação e proposição de atividades culturais na Ervilha da Magia (e nos 3% continentais da cidade também). Vale sempre lembrar que, em Florianópolis, costumamos reclamar muito, mas as coisas acontecem. O que falta é que as pessoas fiquem sabendo e frequentem.

Por favor, um pedido aos membros: ao publicar no mural do grupo, pensar sempre se a postagem cabe no foco que temos por aqui e é, como dito acima, propor e divulgar atividades artísticas e culturais na cidade. Caso o tema seja outro, existem muitos outros lugares adequados. Por aqui, seria interessante mantermos a relevância temática.

A fotografia (por Felipe Obrer) usada na página do grupo é ilustrativa: um bate-estacas que ultrapassa em altura a torre da catedral. Não somos santos, mas vamos fazer mais barulho do que a construção (ci)vil.

É bom ter clareza, também, de que esta rede social é apenas uma parte da internet, e que a internet é apenas uma parte, feita de bits, não átomos, da vida. Convém passar adiante as notícias pessoalmente, sempre! O que nos faz humanos é a presença real.”

Usa Facebook? Quer saber o que está acontecendo na cidade, para além das críticas e do pessimismo ressentido? Quer fazer parte de uma rede que articula ações e fomenta as coisas bacanas que acontecem, desfazendo o mito de que a Ilha de Santa Catarina tem que viver só do turismo de praia? Podemos fazer da cultura, na cidade, um belo atrativo também.

 

Para quem acha que só internet não basta, está em articulação um encontro presencial para breve.


Cartografias Afetivas: Criação artística colaborativa proposta por Juliana Crispe

27/11/2010

Recebi da Juliana Crispe, tomo a liberdade de divulgar porque acredito que é desse tipo de iniciativa que Floripa precisa. Atenção artistas, embora dissesse o Paulo Leminski que distraídos venceremos, participem!

A mensagem dizia:

Olá, convido você a participar do projeto Cartografias Afetivas

Este trabalho está em construção e faz parte da minha dissertação de Mestrado em Artes Visuais intitulado de: Apontamentos para Lembranças.

Cartografias Afetivas é um projeto que propõe a construção de mapas, cartografias do universo pessoal, experimentado por cada um, ou seja, cartografias de vivências, pessoas, lugares, espaços, territórios afetivos, que nos são importantes e nos afetam.

Num primeiro momento, este projeto em construção buscava mapear lugares reais e ficcionais vivenciados por mim. Comecei a traçar meus lugares afetivos e fazer ações, trabalhos visuais relacionados a estes espaços e às lembranças que estes me evocam.

A partir de questões ligadas a psicogeografia[1] proposta pela Internacional Situacionista, busco ampliar essas cartografias, dando possibilidade para que outras pessoas possam construir suas cartografias, seus mapas, construindo assim um arquivo em constante construção, na medida em que novos espaços meus e de outras pessoas serão cartografados.

Para que possa haver as trocas foi criado um blog, ainda em desenvolvimento, para postar além de minhas cartografias afetivas, as cartografias de quem quiser participar do projeto.

Há em anexo um cartaz do projeto. A linguagem para construção é livre.

A proposta final buscará a construção de uma exposição coletiva com as Cartografias Afetivas dos convidados.

Enviar suas Cartografias Afetivas para este e-mail: ju_ceart@yahoo.com.br e para cartografiasafetivas@gmail.com

Em caso de dúvida escrever para ju_ceart@yahoo.com.br.

Atenciosamente

Juliana Crispe

[1] A palavra ‘psicogeografia’ esteve muito em voga nos anos 1990 em Londres. Foi originada nos anos cinqüenta com o grupo francês, primeiramente chamado Letristas, e depois Situacionistas. Sua primeira aparição foi na ‘Introdução a uma Crítica da Geografia Urbana’ (1955), onde dá uma definição compacta: ‘o estudo dos efeitos do ambiente geográfico, conscientemente organizado ou não, nas emoções e maneiras, comportamentos e modos de ação, procedimentos e condutas, ações e atos de indivíduos’.

A psicogeografia seria uma prática geográfica afetiva e subjetiva que se propunha a cartografar as diferentes ambiências psíquicas provocadas pelas caminhadas urbanas que eram as derivas situacionistas.

A Juliana pede, aos que aceitarem participar do projeto, confirmação por e-mail.


Internet comunitária gratuita no Rio Tavares

27/11/2010

Seria ingenuidade supor que a internet é o reino da liberdade. Ainda assim, convenhamos, é, das mídias, a mais democrática disponível. É possível ter acesso, por meio dela, a inúmeros produtos culturais, notícias e saber de atividades artísticas não divulgadas pelos grandes meios de comunicação.

Considerando tudo isso, vale divulgar:

INTERNET COMUNITÁRIA GRATUITA
NO CONSELHO COMUNITÁRIO DA FAZENDA DO RIO TAVARES

DE SEGUNDA A SEXTA FEIRA DAS 8:00 ÀS 12:00
COM 11 COMPUTADORES À DISPOSIÇÃO

+ PESQUISAS NA INTERNET
+ CURSOS À DISTANCIA
+ DIGITAÇÃO
+ TRABALHOS ESCOLARES
+ CURRÍCULOS E ANUNCIOS DE EMPREGO
+ AGENDAMENTO DE CONSULTAS E OBTENÇÃO DE RESULTADO DE EXAMES MÉDICOS
+ ABERTURA DE FOTOS
+ MINI CURSOS

UMA PARCERIA ENTRE CONSELHO COMUNITÁRIO DA FAZENDA DO RIO TAVARES E CDI – COMITÊ PARA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMATICA

Aderbal Humphreys (contato: aderbalfloripa@hotmail.com)
Gestor do telecentro

Para quem não conhece o Conselho Comunitário da Fazenda do Rio Tavares o mapa abaixo, que corresponde ao Centro de Saúde anexo, pode ser útil:


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