Trino se apresenta hoje na Semana Ousada

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Abaixo, informações (extraídas do site da Semana Ousada) sobre a programação do dia no Teatro da UFSC (o que fica ao lado da igrejinha), que inclui também o espetáculo O Som do Vazio, com o Duo A Corda Em Si e artistas colaborativos, além de uma cantora chamada Tereza Virgínia, que ainda não conheço.

18:00
Projeto 12:30 Acústico – A Corda em Si: O Som do Vazio

Local: Teatro da UFSC

A Corda em Si conta com os músicos Mateus Costa e Fernanda Rosa. A dupla traz uma proposta de sonoridade com uma formação instrumental raramente encontrada: um contrabaixo acústico e voz. E através desta combinação, A Corda em Si apresenta uma releitura de músicas de autores já consagrados como Chico Buarque e Vinícius de Moraes.

19:30

Projeto 12:30 Acústico – Tereza Virginia: A Outra

Local: Teatro da UFSC

Show “A Outra”, com músicas do CD lançado em 2008

Tereza Virginia se propõe a expor a voz e a perspectiva feminina ao compor através dos gêneros musicais xote, samba e fado. Suas canções são resultados de parcerias estabelecidas com compositores como Beatriz Sanson, Chico Saraiva, Emílio Pagotto, Ive Luna e Luiz Gustavo Zago. Nos arranjos e canções, ela procura desestabilizar identidades musicais, e as letras são elaboradas para desafiar as convenções usuais comuns a cada gênero. Em “Xote em nó”, a composição de Emílio Pagotto foi de forma amaxixada e letra maliciosa; e Tereza Virginia acrescentou marcas do barroco. A compositora revisita o pós-moderno, tema que pesquisou durante anos, através da tendência à auto-reflexão.

A Outra é o nome do fado que Tereza Virginia escreveu em parceria com Beatriz Sanson e que dá titulo ao show que Tereza Virginia atualmente apresenta.

No show “A Outra”, Tereza Virginia interpreta, ainda, o samba “O que vier eu traço”, composto na década de 1920 por Zé Maria e Alvaiade e a belíssima e intensa canção “Flores Horizontais” composta por José Miguel Wisnik sobre poema de Oswald de Andrade. Tereza Virginia se apresenta com os músicos Julio Cordoba (violão) Raphael Galcer (violão de sete cordas) e Flavio Araújo (percussão).

21:00
Projeto 12:30 Acústico – Trino

Local: Teatro da UFSC

No palco do Teatro da UFSC, o grupo Trino, apresenta uma amostra da música folclórica e tradicional brasileira em um show de uma hora e meia. O repertório é composto por canções de domínio público cantadas em cocos, jongos, cirandas, bumba-meu-boi, sambas de roda, cacuriás, tambor de crioula, catumbis, marchas, frevos, maracatus e baiões. Para essas músicas, o grupo Trino elaborou novos arranjos que representam cenas da vida rural e sertaneja, registro dos costumes e das tradições do povo brasileiro.

Em suas canções o grupo traz a arte popular. As canções tratam de experiências vividas ou contadas e a relação do homem com aquilo que o cerca: o lugar, os animais, a vegetação, as estrelas, o sol, a lua, o amor, a guerra, o sagrado, o cotidiano e a morte.

O grupo Trino é formado por:

Ive Luna – voz e flauta transversa

Formada em Licenciatura Plena em Música e Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Cursou a escola de teatro Casa Ventoforte -SP. Teve aulas de canto lírico com Cida Moreira e participou do Grupo Cupuaçu de Pesquisa e Danças Populares – SP. Fez parte do grupo Teatro Jabuti (Florianópolis, SC), de 1996 à 2003, como atriz e musicista, assumindo a direção musical, a pesquisa e as composições das trilhas sonoras de seus espetáculos. Deu início ao estudo de flauta transversa no ano de 1997.

É compositora, cantora e flautista do grupo Cravo-da-Terra, desde 2000, com o qual tem se apresentado em diferentes cidades e estados do Brasil. Em julho de 2007 recebeu o troféu Cata-Vento da Rádio Cultura AM de São Paulo, como melhor cantora do circuito nacional independente.

Pedro Cury – violão e vocal

Nasceu em 27 de março de 1984 em Campinas e inicia seu aprendizado na música no ano de 1992 estudando clarinete em Florianópolis e também nos EUA. Ainda nos EUA, em 1995, cursa um ano no Center for the Musically Talented em Pittsburgh; participando de orquestras, quarteto de clarinetes, além de participar como clarinetista da Pittsburgh Public School All Star Orchestra.

De volta ao Brasil, teve participação como clarinetista em grupos como a “Banda Compasso Aberto” e orquestras jovens. Em 1999 passa a dedicar-se ao estudo do violão popular e tem professores como os violonistas Cássio Moura (SC) e Guinha Ramires (RS), em Florianópolis. Participa dos festivais de música de Itajaí e de Curitiba cursando oficinas de violonistas como Heraldo do Monte (PE), Ulisses Rocha (SP), Arismar do Espírito Santo (SP), Nelson Faria (RJ), Conrado Paulino (SP) e Renato Anési (SP).

Com influências diversas desde a música regional ao jazz, atuou como violonista em projetos importantes de Florianópolis como o grupo de música regional maranhense “Maria Preá” de 2000 a 2003, apresentando-se na Capital e em outras cidades do interior do estado. Foi integrante da Oficina Instrumental Florianópolis criada e coordenada pelo guitarrista e compositor gaúcho Alegre Correa em 2007. Integrou também o grupo de choro “Ginga Do Mané” de 2007 ao início de 2008 como violonista de sete cordas.

Em 2008 teve passagem pela França se apresentando em Paris com o grupo “O Corta Jaca” ao lado dos professores do Clube do Choro de Paris. Participou do Festival de Cinema de Douarnenez ao lado da cantora baiana Nil Paixão e ainda em outros projetos nas cidades de Nantes, Rennes, Quimper e Toulouse.

Atualmente cursa a faculdade de Licenciatura em Música da UDESC e ministra aulas de música e violão.

Osvaldo Pomar – percussão e vocal

Músico percussionista e produtor. Realiza pesquisa de ritmos brasileiros. Coordena o Grupo Cultural Siri Goiá em apresentações e oficinas. Foi integrante dos forrós Maria Preá e Cangaia. Hoje integra o quinteto Ararim Oró, além dos grupos de choro “É do que há” e “Trio Sonoroso”. Gravou trilhas no disco do Sexteto Instrumental Catarinense e, recentemente, da Felixfônica, banda premiada pelo Projeto Pixinguinha da Funarte.

Produziu, em Florianópolis, o workshop Zabumba Moderno ministrado por Eder ‘O’ Rocha. Dedica-se ao maracatu de baque-virado, tendo integrado a percussão da Nação Estrela Brilhante do Recife no carnaval de 2005. Desfila há três anos em escolas de samba da capital Catarinense. Com o grupo poético-musical Margem Esquerda fez turnê em cidades da Espanha no ano de 2008.

Atualmente é professor de percussão do Projeto Música para Todos da SCAR de Jaraguá do Sul e da Escola de Música Rafael Bastos e, atua no Projeto Educando Através da Música Brasileira da Escola Livre de Música Compasso Aberto.

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