Cineclube Rogério Sganzerla exibe documentário mineiro NOS OLHOS DE MARIQUINHA

Cineclube Rogério Sganzerla (Divulgação)

Nos olhos de Mariquinha (Divulgação)

O QUÊ: Exibição do documentário Nos olhos de Mariquinha. Logo depois da exibição, debate com as realizadoras Claudia Mesquita e Júnia Torres

QUANDO: Nesta quinta-feira, 3 de agosto de 2009, às 18h30

ONDE: No auditório do prédio B do CCE da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

QUANTO: Grátis. Entrada franca.

CONTATO: www.cineclube.ufsc.br

Cineclube Rogério Sganzerla apresenta:

Nos olhos de Mariquinha

Com Maria Ribeiro dos Reis
Direção: Claudia Mesquita e Júnia Torres
Fotografia: Anna Karina Bartolomeu
Som direto: Pedro Aspahan
Montagem: Claudia Mesquita, Pedro Aspahan e Júnia Torres
80 minutos

Tendo como fio da narrativa e personagem central Dona Mariquinha, antiga moradora da Vila Nossa Senhora de Fátima (uma das comunidades que compõem a Favela da Serra, em Belo Horizonte), o documentário traça um perfil desta senhora que traz consigo a história deste espaço, desde os primeiros anos de sua ocupação. Personagem emblemática de transformações urbanas ocorridas durante o último meio século na capital, Dona Mariquinha, tendo escolhido a realidade muitas vezes dura da cidade à exploração do trabalho no campo, criou neste lugar sua família e aí experimentou outros papéis, atuando ativamente nos movimentos de moradia, sendo locutora de um programa de rádio, vivendo, enfim, a transformação do lugar e da cidade.

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2 Responses to Cineclube Rogério Sganzerla exibe documentário mineiro NOS OLHOS DE MARIQUINHA

  1. Dulce Pinheiro disse:

    Grande Felipe!!! Que bom ter onde se informar e de coisas boas !! Parabéns.

    Gostei deste documentário sobre a dona Mariquinha, será que consigo nas vídeo locadoras? Tô pensando que pode ser interessante incluí-lo no meu trabalho do roda de conversa. O que achas? bjos Dulce

    • Felipe Obrer disse:

      Oi, Dulce.

      Pois é. No Brasil temos aquele probleminha clássico: se produz muita coisa, mas a rede de distribuição convencional é como um castelo de cartas marcadas. Imagino que, aqui em Florianópolis, seja difícil encontrar o documentário em locadoras. De todo modo, te sugiro ir à exibição na UFSC, já que as realizadoras do filme estarão lá para debate. Acho que pode ser mais fácil conversar diretamente com elas e conseguir uma cópia.

      Abraço!,
      Felipe

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