Os fortes da ilha – reportagem na revista Problemas Brasileiros.
Cartografias Afetivas: Criação artística colaborativa proposta por Juliana Crispe
27/11/2010Recebi da Juliana Crispe, tomo a liberdade de divulgar porque acredito que é desse tipo de iniciativa que Floripa precisa. Atenção artistas, embora dissesse o Paulo Leminski que distraídos venceremos, participem!
A mensagem dizia:
Olá, convido você a participar do projeto Cartografias Afetivas
Este trabalho está em construção e faz parte da minha dissertação de Mestrado em Artes Visuais intitulado de: Apontamentos para Lembranças.
Cartografias Afetivas é um projeto que propõe a construção de mapas, cartografias do universo pessoal, experimentado por cada um, ou seja, cartografias de vivências, pessoas, lugares, espaços, territórios afetivos, que nos são importantes e nos afetam.
Num primeiro momento, este projeto em construção buscava mapear lugares reais e ficcionais vivenciados por mim. Comecei a traçar meus lugares afetivos e fazer ações, trabalhos visuais relacionados a estes espaços e às lembranças que estes me evocam.
A partir de questões ligadas a psicogeografia[1] proposta pela Internacional Situacionista, busco ampliar essas cartografias, dando possibilidade para que outras pessoas possam construir suas cartografias, seus mapas, construindo assim um arquivo em constante construção, na medida em que novos espaços meus e de outras pessoas serão cartografados.
Para que possa haver as trocas foi criado um blog, ainda em desenvolvimento, para postar além de minhas cartografias afetivas, as cartografias de quem quiser participar do projeto.
Há em anexo um cartaz do projeto. A linguagem para construção é livre.
A proposta final buscará a construção de uma exposição coletiva com as Cartografias Afetivas dos convidados.
Enviar suas Cartografias Afetivas para este e-mail: ju_ceart@yahoo.com.br e para cartografiasafetivas@gmail.com
Em caso de dúvida escrever para ju_ceart@yahoo.com.br.
Atenciosamente
Juliana Crispe
[1] A palavra ‘psicogeografia’ esteve muito em voga nos anos 1990 em Londres. Foi originada nos anos cinqüenta com o grupo francês, primeiramente chamado Letristas, e depois Situacionistas. Sua primeira aparição foi na ‘Introdução a uma Crítica da Geografia Urbana’ (1955), onde dá uma definição compacta: ‘o estudo dos efeitos do ambiente geográfico, conscientemente organizado ou não, nas emoções e maneiras, comportamentos e modos de ação, procedimentos e condutas, ações e atos de indivíduos’.
A psicogeografia seria uma prática geográfica afetiva e subjetiva que se propunha a cartografar as diferentes ambiências psíquicas provocadas pelas caminhadas urbanas que eram as derivas situacionistas.
A Juliana pede, aos que aceitarem participar do projeto, confirmação por e-mail.
Undó Aigô – curta-metragem com exibição gratuita na Semana Ousada
24/09/2010O vídeo – com duração de 27 min. – faz parte da Mostra de Curtas UDESC, que acontece dentro da programação de cinema da 3a Semana Ousada de Artes UFSC e UDESC.
A programação completa e as sinopses estão no site: http://www.semanaousada.ufsc.udesc.br/
Sexta-feira, 24 de setembro, às 19h, na Arena do CEART/UDESC. Av. Madre Benvenuta, 2007, Itacorubi. Evento aberto ao público.
Fundação Cultural Badesc – programação da semana (12 a 16 de julho)
09/07/2010Este slideshow necessita de JavaScript.
(Imagens: Divulgação – todos os direitos reservados)
DOC BRASIL – Ernesto Varela, o repórter – nesta quinta de graça na Fundação Cultural Badesc
07/06/2010Marcelo Tas é hoje amplamente conhecido pela participação no CQC como âncora. A verdade é que décadas atrás fazia algo semelhante (ainda que com um tom menos juvenil) em parceria com Fernando Meirelles, na produtora Olhar Eletrônico. Os curiosos já podem ter fuçado o youtube em busca de vídeos do repórter Ernesto Varela, ou encontrado o pórprio site do Tas. Esta semana será possível assistir de graça a várias reportagens na tela grande e sem pixelização (os benditos quadradinhos gráficos binários).
Recebi do Zé Rafael Mamigonian, diretor do bonito documentário Seo Chico, um retrato. É ele o curador da seleção. Reproduzo:
Escrito por Felipe Obrer 


























