DocBrasil Especial – retrospectiva Thomas Farkas na Fundação Cultural Badesc (julho de 2011)

30/06/2011

Thomaz Farkas (1924-2011)

Recebi do José Rafael Mamigonian. Divulgo porque a programação é interessantíssima.

Abaixo a mensagem dele, seguida da programação:

Neste mês de julho, teremos uma programação especial do DocBrasil onde exibiremos uma retrospectiva integral dos documentários produzidos por Thomaz Farkas.

Trata-se de um conjunto de filmes verdadeiramente incontornável não apenas para a compreensão das manifestações populares no Brasil, como para que conheçamos uma das obras mais íntegras, em seu conjunto, da história do documentário brasileiro.

À exceção de “Viramundo”, todos os filmes terão exibição única e estarão distribuídos ao longo de oito sessões (em 8 dias) durante todo o mês de julho (principalmente às quintas e sextas feiras). A programação inicia-se já neste dia primeiro (amanhã) com filmes dirigidos por Thomaz Farkas, além de um breve documentário sobre ele, dirigido por Walter Lima Jr.

Espero que possam estar presentes na Fundação Cultural Badesc para acompanhar o DocBrasil Especial deste mês. Agradeço se puderem repassar este convite aos seus contatos.

Em anexo está a programação.

abraços, até breve,
José Rafael Mamigonian

A Fundação Cultural Badesc tem a honra de apresentar em julho uma programação especial de documentários com a exibição integral dos filmes produzidos por Thomaz Farkas. Ele disse certa vez que “o filme documentário, porque é uma interpretação e não simplesmente uma descrição do real, pode representar um papel importante no processo cultural. No Brasil, ele adquire um significado mais amplo ainda quando se pensa nas distâncias, não somente geográficas mas também culturais. Como apresentar as diferentes manifestações culturais, ligadas a uma realidade especifica em cada região do país, senão através do filme documentário?” Os filmes que Thomaz Farkas produziu e fotografou nas décadas de 1960 e 1970, e os que realizou na década seguinte, obedecem a este impulso: percorrer mais rapidamente as distâncias culturais e geográficas do país.

 

 

 

 O QUÊ: DocBrasil Especial – “Homenagem a Thomaz Farkas”

 QUANDO: dias 1o, 7, 8, 14, 15, 20, 22, 29 de julho de 2011, às 19 horas        

 ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto,

               216, Centro, Florianópolis, fone (48) 3224-8846

  QUANTO: Entrada franca

  CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Programação

 

 

 

 

Sessão 1 – Thomaz Farkas, documentários

Sexta-feira, 1o de julho de 2011  –  tempo total: 111 minutos

 

Thomaz Farkas, Brasileiro  (dir: Wallter Lima Jr., 2004, 15’)

Curta-metragem que homenageia Thomaz Farkas, o húngaro que, nos anos 1970, tornou-se um dos maiores fotógrafos do nosso país e que, com sua visão muito particular do Brasil, foi capaz de produzir, ao lado de Geraldo Sarno e outros grandes diretores da época, uma série de documentários intitulada “A Condição Brasileira”.

Hermeto, Campeão  (dir: Thomaz Farkas, 1981, 44′)

Fotografias apresentam Hermeto Paschoal em meio aos instrumentos que toca no estúdio em sua casa. Os ensaios onde os sons são descobertos e o improviso dá o tom. Depoimentos de Hermeto sobre a construção autodidata de seu conhecimento teórico sobre música e sua posição política sobre o mercado. Os músicos que integram a sua banda falam sobre o processo conjunto de criação e a admiração que sentem pelo multiinstrumentalista. A criação de Hermeto a partir do sons das abelhas e junto aos sapos. A utilização de objetos inusitados feitos de ferro e o uso do próprio corpo para a geração de novos sons.

Paraiso, Juarez  (dir: Thomaz Farkas, 1971, 6′)

O artista Juarez Paraíso percorre o saguão de entrada do Cinema Tupi, na Baixada dos Sapateiros em Salvador, explicando os elementos que compõem seu trabalho. Construída em 1968, a obra é composta por intervenções no teto e por um grande mural que traz como tema a evolução dos meios de comunicação entre os homens. Matéria do Jornal da Bahia denuncia a retirada do trabalho por um engenheiro, com o objetivo de ceder lugar para a fixação dos cartazes dos filmes da semana.

Todomundo  (dir: Thomaz Farkas, 1980, 35′)

As torcidas de futebol e sua presença nos jogos do Campeonato Brasileiro. A chegada dos torcedores aos estádios, as charangas nas arquibancadas, o problema da superlotação, a ação dos cambistas e a presença da Polícia Militar. O jogo entre o Clube Atlético Mineiro e o São Paulo Futebol Clube pela final do Campeonato Brasileiro de 1977. Momentos de jogo entre a Seleção Brasileira e a Seleção Paraguaia.

Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba  (dir: Thomaz Farkas e Ricardo Dias, 1954-2006, 10′)

Em abril de 1954, no Parque do Ibirapuera, e em razão dos festejos do IV Centenário da cidade de São Paulo, Thomaz Farkas filmou uma apresentação de Pixinguinha com grandes nomes do samba carioca. Este material foi reencontrado 50 anos depois.

À continuação, as demais sessões, com filmes de outros diretores, programadas para o mês de julho de 2011:

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Em dezembro, clássicos catarinenses no Cineclube Ieda Beck

27/11/2010

clique sobre a imagem para ampliá-la

 

Recebi a divulgação do Alan Langdon, que é responsável pelas projeções que acontecem às 4as feiras no Instituto Arco Íris.

 

Cineclube Ieda Beck

Sessões dias 01 e 15/12 – QUARTA FEIRA 20h (novo horário)

Instituto Arco-Íris, Travessa Ratclif nº 56 – Centro, Florianópolis, SC

ENTRADA FRANCA

 

Clássicos Catarinenses

Chegando ao final de mais um ano, nada mais apropriado que voltar às origens: no Cineclube Ieda Beck, dezembro será voltado para o clássico. Os clássicos que construíram o dito cinema catarina, criando as bases para as novas gerações. Este mês vamos fazer duas sessões recapitulando os primórdios da sétima arte catarinense, então venha conhecer nosso passado, nossas origens numa outra época, uma outra Florianópolis.

 

Parte I – QUARTA, 1 de Dezembro 2010, 20h

 

” O Preço da Ilusão”, direção de Nilton Nascimento

(Ficção/ 7’/35mm)

Sinopse: Maria da Graça, funcionária pública entediada com o ofício, despreza a opinião de sua mãe, desiste do noivado com o namorado Paulo e aceita o convite de Souza, organizador do concurso “Rainha do verão”, para se candidatar. Ela sonha com o sucesso.Patrocinada pelo inescrupuloso Dr. Castro, vence o concurso e é por este seduzida. Maria resolve deixar a cidade, mas o Dr. Castro tenta impedi-la.

Observação: serão exibidos apenas os 07 minutos finais do longa-metragem

” A Via Crucis”, direção GUCA: Grupo Universitário de Cinema Amador

“Novelo”, dir. de Pedro P. Souza e Gilberto Gerlach / GUCA: Grupo Universitário de Cinema Amador

(1968/ Ficção/16’/16mm)

Sinopse: Os dezesseis minutos do filme tratam de um jovem que se complica nas suas relações com a cultura e a civilização e vive uma profunda crise existencial.

 

“Desterro”, direção de Eduardo Paredes

(1992/Ficção/18′/35mm)

Sinopse: Brasil 1894.Sufocada a revolução federalista no sul do pais, o presidente Floriano Peixoto desencadeia violenta repressão contra os vencidos. Na antiga Desterro, capital do estado, a  população vive aterrorizada ante os fuzilamentos sumários na fortaleza de Anhatomirim e a insegurança das delações. Com Gracindo Junior, Luiz melo, Luciana Makowiecky e Waldir Brazil

“Bruxas”, direção de Mauro Faccioni

(1987/Ficção documental/30’/ 16mm)
Sinopse: Baseado nos estudos de Franklin Cascaes sobre as atividades bruxólicas na Ilha de Santa Catarina, onde o rótulo de “bruxa”, vindo de além mar, se ajustou às benzedeiras, curandeiras visionárias em geral, ou seja, pessoas comuns que vivem até hoje ao nosso lado.

 

 

Parte II – QUARTA, 15 de Dezembro 2010, 20h

Farra do Boi”, direção de José Henrique Nunes Pires e Norberto Depizzolatti

(1991/Documentário/25’/16mm)

Sinopse: Filme composto de quatro partes: Origens, Preparativos, Tribunal e Farra, que traçam um breve histórico da manifestação cultural,um contraponto de diversas opiniões contra e a favor da brincadeira e a forma como ela ocorreu em Ganchos (SC) durante a Semana Santa de 1990.

 

“Bruxa Viva”, direção de Lena Bastos

(1998/Ficção/14’/ 35mm)

Sinopse: Uma ficção que tem como fundo a realidade da ilha de SC, contrapondo o universo e a imaginação de um Brasil rural que submerge diante do processo de urbanização.

 

“Naturezas Mortas”, direção de Penna Filho

(1995/ Documentário Ficcional/ 15’/ 35mm)

Sinopse:  A trajetória de um trabalhador do subsolo na região carbonífera de Santa Catarina. Além da degradação física, o envelhecimento precoce, o desenvolvimento da pneumoconiose, – uma doença incurável adquirida através da exposição ao pó do carvão – mostra a degradação ambiental provocada pela mineração a céu aberto.

 

“O Vôo Solitário”, direção Chico Faganello

(1991/Documentário Dramatizado/36’/16mm)

Sinopse: Documentário dramatizado dobre a vida e a obra do entomólogo e naturalista alemão Fritz Plaumann, radicado em Seara (SC) desde a década de 20 e dono de uma das mais expressivas coleções de insetos do planeta. Com Jorge Germerdoff

 

 

 

 

O QUE: sessao do Cineclube Ieda Beck “DIVERSIFICANDO A REALIDADE”

QUANDO: quarta, 15 de SETEMBRO, as 19h

ONDE: Instituto Arco-Iris. Travessa Ratclif, 56 (esquina com Joao Pinto)

QUANTO: Entrada Franca e livre

UMA REALIZAÇÃO Cinemateca Catarinense, Pref. Municipal de Florianópolis, Funcine, Travessa Cultural, Fundação Franklin Cascaes.

CONTATOS Cinemateca Catarinense (48) 3224.7239   Sofia Mafalda (48) 9125.5306   Alan Langdon (48) 9941.2714   cineiedabeck@gmail.com

 

Para quem não sabe onde fica o Instituto Arco Íris, o mapa pode ser útil:


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Três alternativas culturais de quinta (feira) na Ilha

17/11/2010

Como é praxe, o Obrér Cultural se dedica a dirimir a sensação difusa de que nada acontece em Floripa.

Quem ainda não tiver programa para quinta-feira 18 de novembro, pode se alegrar desde já. Pesquisando, é possível encontrar outras opções. Tudo grátis ou bem barato. É só sair de casa e caminhar por aí.

1: O Som do Vazio – Duo A Corda em Si - Mateus Costa e Fernanda Rosa (contrabaixo acústico e voz)

às 12h30, no Projeto 12:30 acústico, no Teatro da UFSC (ao lado da igrejinha)

para ampliar, clique sobre a imagem

2: Ensaio aberto do grupo Cravo-da-Terra - música autoral brasileira – Ive Luna, Tales Custódio, Pedro Cury, Mateus Costa e Rodrigo Paiva (voz, flauta, violino, violão de 7 cordas, contrabaixo acústico, percussão)

às 19h30, na Fundação Cultural Badesc, no Centro

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3: Exibição, no Cineclube Rogério Sganzerla, do filme Phenomena, de 1985, dirigido por Dario Argento.

às 18h30, no auditório Henrique Fontes, no bloco B do CCE da UFSC, com debate após a exibição

clique sobre a imagem para acessar o site do cineclube

Abaixo, leia mais informações sobre os eventos culturais.

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Fundação Cultural Badesc – programação da semana (12 a 16 de julho)

09/07/2010

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(Imagens: Divulgação – todos os direitos reservados)

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DOC BRASIL – Ernesto Varela, o repórter – nesta quinta de graça na Fundação Cultural Badesc

07/06/2010

Marcelo Tas é hoje amplamente conhecido pela participação no CQC como âncora. A verdade é que décadas atrás fazia algo semelhante (ainda que com um tom menos juvenil) em parceria com Fernando Meirelles, na produtora Olhar Eletrônico. Os curiosos já podem ter fuçado o youtube em busca de vídeos do repórter Ernesto Varela, ou encontrado o pórprio site do Tas. Esta semana será possível assistir de graça a várias reportagens na tela grande e sem pixelização (os benditos quadradinhos gráficos binários).

Recebi do Zé Rafael Mamigonian, diretor do bonito documentário Seo Chico, um retrato. É ele o curador da seleção. Reproduzo:

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Cineclube Rogério Sganzerla – programação gratuita (de abril até junho)

19/04/2010

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Em cartaz no Sol da Terra até segunda-feira 8 de fevereiro: Abraços Partidos, último filme de Pedro Almodóvar

04/02/2010

clique sobre a imagem para acessar site oficial

Leia resenha na revista Cinética

Onde: Espaço Cultural Sol da Terra, na Lagoa da Conceição (Afonso Delambert Neto, 885).

Quando: Todos os dias às 20h, até o dia 8 de fevereiro (segunda-feira).

Quanto: R$ 12 inteira, R$ 6 meia (estudantes e idosos). Às segundas e terças o preço é promocional (10 inteira, 5 meia).


Um vídeo-achado: workshow do Toicinho Batera Trio no Cineclube Ieda Beck (outubro de 2009)

30/01/2010

O vídeo é de autoria do Alan Langdon, co-diretor do documentário Sistema de Animação, tão falado por aqui.

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Sem palavras, documentário de Kátia Klock, tem exibição gratuita hoje no Cineclube Ieda Beck

08/12/2009

*Texto de Fifo Lima

SEM PALAVRAS no Cineclube Ieda Beck

Exibido em várias cidades do Estado e do país, e também em Cabo Verde e nos Estados Unidos, o documentário Sem Palavras, de Kátia Klock, suscita debates acalorados sobre sentimentos de intolerância, preconceito e perseguição que são intensificados durante as guerras. Em Florianópolis, o filme tem uma sessão programada para quarta-feira 9, às 19h30 no Cineclube Ieda Beck, da Cinemateca Catarinense ABD-SC, com a presença dos realizadores para uma conversa após a sessão.
Em 29 de outubro, Sem Palavras foi assistido por uma plateia multicultural na Biblioteca Brasileira de Nova York, do Centro Cultural Brasil. O crítico de cinema Micki Mihich, mediador do debate que contou com a presença de Kátia e do produtor Mauricio Venturi, escreveu na revista Dynamite: “O resultado [do documentário] é um relato revelador no sentido histórico e emocionante no sentido humano. O que poderia facilmente ter ido para o caminho acadêmico é um filme fascinante que só peca por ser tão curto: tem apenas uma hora de duração”. (http://dynamite.terra.com.br/blog/coisassoltasemny/post.cfm/o-anti-cristo-dinamarques-a-empregada-chilena-e-blumenau-sem-palavras)
Segundo os realizadores, a exibição em Nova York teve uma discussão entusiasmada, com espectadores interessados no tema. Realizado pela Contraponto, Sem Palavras aborda os efeitos provocados pela Campanha de Nacionalização de Getúlio Vargas (1937-1945). Na época, quando o Brasil entrou na Segunda Guerra contra os países do Eixo, a proibição dos idiomas alemão, italiano e japonês foi intensificada no país e houve perseguição e tortura a estes estrangeiros e seus descendentes.
A maioria dos entrevistados de Sem Palavras era criança durante a Segunda Guerra e todos são descendentes de alemães. Com uma pesquisa criteriosa do período histórico, o documentário agrega fotografias e arquivos sonoros, e reconstitui o ambiente dramático de época. As encenações foram realizadas com não-atores descendentes de famílias alemãs de Blumenau (SC). As composições da trilha sonora são do maestro Edino Krieger, que cedeu algumas obras para o filme.
Lançado em maio deste ano e exibido em 20 espaços diferenciados – salas de cinema e de aula, espaços culturais, bibliotecas e emissoras de TV -, Sem Palavras foi realizado com os recursos do Prêmio Cinemateca Catarinense/FCC 2007 e pretende provocar reflexões sobre os prejuízos causados por toda guerra e ditadura, quando a liberdade é o primeiro direito a ser suprimido. A partir de fevereiro de 2010, o documentário integrará a mostra itinerante Diálogos em Cena, com filmes, oficinas e debates. Apoiado pelo Funcultural, da Secretaria Estadual de Cultura, Turismo e Esporte, este projeto vai promover também a distribuição gratuita de 1000 DVDs do filme com legendas em inglês, alemão e espanhol para escolas, bibliotecas e associações culturais do Brasil e do exterior.
Os interessados que desejarem adquirir o DVD do Sem Palavras para acervo pessoal podem entrar em contato com producao@contraponto.tv ou (48) 3334 9805 ou 9989 4202. O custo é de R$ 15 mais taxa de postagem.
O QUÊ: Exibição do documentário Sem Palavras, de Kátia Klock. 
QUANDO: Quarta-feira, dia 9 de dezembro, às 19h30.  
ONDE: Cineclube Ieda Beck da Cinemateca Catarinense. Rua XV de Novembro, 344, Centro, Florianópolis. 
QUANTO: Entrada franca.
CONTATO:
Kátia Klock – (48) 3334 9805 / 9989 4202
Mauricio Venturi  - (48) 3334 9805 / 8411 6229
FIFO LIMA press
(48) 4141 2116, 9146 0251

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